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20/12/2017

Desejamos a todos os clientes e amigos
UM SANTO E FELIZ NATAL

Artur  “CRISTO” 1990PE 2/25Serigrafia sobre papel250 x 490 mmArtur Bual (Lisboa, 1926 - Amadora, 1999) foi um artista pl...
11/12/2017

Artur
“CRISTO” 1990
PE 2/25
Serigrafia sobre papel
250 x 490 mm
Artur Bual (Lisboa, 1926 - Amadora, 1999) foi um artista plástico português que influenciou de forma determinante a arte em Portugal na segunda metade do século XX

Móvel e Cadeirão em   -  O sândalo (Santalum album) é uma árvore originária da Ásia. A sua madeira é conhecida por seu e...
10/12/2017

Móvel e Cadeirão em -
O sândalo (Santalum album) é uma árvore originária da Ásia.
A sua madeira é conhecida por seu entalhe para esculturas e porque, dela, se obtêm óleos voláteis que são usados em perfumaria. Tanto o óleo extraído do sândalo quanto o perfume que é fabricado a partir do óleo também recebem o nome de "sândalo".
Na Índia, o sândalo é uma árvore sagrada, e o governo a tem declarado como "propriedade nacional" para preservá-la da depredação à qual tem sido exposta. Só é permitido o seu corte quando o exemplar possuir mais de trinta anos, momento em que naturalmente começa a morrer. Um tronco do sândalo demora 25 anos para adquirir um diâmetro de 6 centímetros.

29/11/2017
CanapésO Canapé é uma peça de mobiliário surgida durante o reinado de Luís XIV, o Rei Sol, na França do século XVII.Poss...
29/11/2017

Canapés
O Canapé é uma peça de mobiliário surgida durante o reinado de Luís XIV, o Rei Sol, na França do século XVII.
Possui braços e encosto, mas é menor que o sofá convencional. De profundidade também menor, era comum em peças de mobiliário do estilo rococó, com pés e estrutura em madeira talhada, pintada ou não, estofado em veludo ou seda, com capitonê ou liso, ou de palhinha.

Histoire
C'est dans la période qui part de Louis XIII à la Régence, c'est à dire à partir du XVIIe siècle, que les premiers sièges à bras, ancêtres des canapés actuels, font leur apparition. A cette époque, les canapés alors dotés d'accoudoirs et de rembourrage dans les assises, étaient considérés comme une commodité pour la conversation à cause du confort qu'ils offraient déjà. Ces anciens canapés avaient des formes assez sobres et étaient constitués d'une structure en bois avec des revêtements de cuir repoussé, de tissu et de tapisserie luxueusement décorée. On parlait à l'époque de style Louis XIII. Avec le temps, les canapés du style Louis XIII vont céder la place à ceux du style Louis XIV qui avaient cette fois des structures plus rigides et particulièrement austères. Toute fois, cette structure sera assouplie sous la Régence avec notamment des accoudoirs plus en retrait et des pieds dotés d'un joli galbe. Ce seront par la suite les canapés Louis XV qui se verront dotés pour la toute première fois de dossiers incurvés pour imiter la courbe du dos. Ces derniers gagneront par ailleurs en élégance et en confort et seront beaucoup plus léger et moins encombrants que les précédents.
Après les canapés Louis XV ce sera tout naturellement au tour des canapés Louis XVI de faire leur apparition. Comme pour les précédents, ces canapés auront également leurs particularités avec une toute nouvelle orientation de la part des concepteurs. En effet, les canapés Louis XVI avaient des dossiers droits très peu complexes, mais au niveau de l'ornement ils étaient sans doute les meilleurs. Plus t**d, les autres types de canapés qui seront conçus pencheront plus vers des styles étrangers. Il s'agit notamment des canapés apparus sous le Directoire et ceux du style Empire qui rappelaient respectivement l'art Romain et Egyptien. Mais l'époque qui connut le plus grand succès des canapés est bien celle de la Restauration où ces types de mobiliers étaient alors produits par milliers. Ils étaient en grande partie constitués de bois clairs ornés de volutes de palissandre ou d'amarante, et étaient d'une souplesse infinie.
Au début du XXe siècle, les canapés seront conçus selon l'Art Nouveau ou encore le Modern Style qui se caractérisera par des formes ondulantes, une inspiration végétale et bien d'autres caractéristiques encore tout à fait différentes des précédentes. Au cours de la décennie entre l'an 1920 et l'an 1930, ce sont les canapés inspirés de l'Art Deco qui font leur apparition avec leurs lignes sobres et pures. C'est finalement après cette dernière génération de canapés que ceux de notre époque contemporaine ont fait leur apparition avec toute la diversité qu'on leur reconnaît aujourd'hui.
Comme vous pourrez le constater, l'histoire des canapés est une bien longue histoire avec de nombreux rebondissements. Et lorsque nous voyons le nombre de styles et de tendances qu'ont épousé les canapés au cours de leur histoire, nous comprenons mieux leur grande diversité d'aujourd'hui et nous pouvons donc nous attendre à ce que cela s'accentue davantage dans l'avenir.

“CRISTO” 1990 - Artur BualPE 2/25 Serigrafia sobre papel250 x 490 mmArtur BualNascimento 1926, LisboaMorte 1999, Amadora...
28/11/2017

“CRISTO” 1990 - Artur Bual
PE 2/25 Serigrafia sobre papel
250 x 490 mm

Artur Bual
Nascimento 1926, Lisboa
Morte 1999, Amadora
Nacionalidade portuguesa
Ocupação pintor, escultor e ceramista
Movimento estético Abstraccionismo
Artur Bual (Lisboa, 1926 - Amadora, 1999) foi um artista plástico português que influenciou de forma determinante a arte em Portugal na segunda metade do século XX.
Embora escultor e ceramista, é como pintor gestualista que a sua obra artística é mais reconhecida. Realizou diversas exposições em Portugal e no estrangeiro. Está representado em diversas colecções: Palácio da Justiça de Lisboa, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Museus Nacionais, Câmaras Municipais, Centro de Formação Profissional de Pegões, Governo Regional dos Açores, etc. Executou diversos frescos em doze capelas, no Alentejo e Ribatejo.
Na sua tese "L'Art dans la Société Portugaise au XXème Siècle", apresentada há cerca de trinta anos na secção de Ciências Sociais da Ecole des Hautes Études, de Paris, José-Augusto França citava nove pintores representativos das várias tendências do abstraccionismo na pintura portuguesa, entre os quais como iniciador do gestualismo, Artur Bual. Os outros eram Vespeira, Fernando Azevedo, Fernando Lanhas, Nadir Afonso, Joaquim Rodrigo, Menez, João Vieira e D'Assumpção, citados por esta ordem.
Uma lista de pintores historicamente representativos das várias tendências da pintura abstracta em Portugal seria sempre incompleta sem o nome de Bual. (Isto independentemente do juízo de valor que se queira fazer sobre um dos maiores pintores portugueses desta segunda metade do século). A razão é que a pintura de Bual é a primeira, e ainda a mais importante, referência do gestualismo na pintura portuguesa.
Com efeito, o gestualismo principiou na pintura portuguesa em 1958 com Artur Bual e foi na obra deste pintor que atingiu, e mantém ainda, a sua mais alta expressão estética.
Bual aparece no meio artístico português na década de 1950. Um tempo de alguns equívocos mas também de intensa ebulição criativa, em que a arte abstracta, até ali dispersa, passa a ser vista como uma vanguarda entre / ou contra, o neorrealismo e o surrealismo, que eram, desde o final da II Guerra Mundial, os movimentos modernos que agitavam mais alto as bandeiras. O seu nome figura entre os dos artistas abstractos de Portugal que a Galeria de Março, (1952-54) reuniu "em parada completa pela primeira vez" em Abril de 1954 num I Salão de Arte Abstracta organizado pelo historiador e crítico de arte referido no começo destas linhas, mas a sua pintura não tinha ainda encontrado nessa altura, um rumo próprio: o abstraccionismo, conquanto provável no seu horizonte, não constituía senão uma tendência. Bual não tinha qualquer filiação estética especialmente nominável e quanto à sua posição em face da questão do momento: "o que era ser figurativo ou não figurativo?" tanto não rejeitava como também não se submetia à representação do real.
O que na verdade a sua pintura tendia a representar (isso o ia levar, justamente, ao gestualismo) era o próprio acto de pintar.
Entretanto, quadros seus iam sendo vistos nas principais "colectivas" da época (as Gerais de Artes Plásticas da S.N.B.A., várias exposições da Galeria Pórtico a I Exposição de Artes Plásticas da Fundação C. Gulbenkian. etc.), até que em 1958 é exibida, no I Salão de Arte Moderna da S.N.B.A., a sua primeira pintura gestual.
Essa pintura evidenciou-se entre as melhores ali expostas e, de certa forma em oposição a elas pelo seu ineditismo no panorama artístico português, onde "os grupos adstritos aos jovens pintores" ainda procuravam comprovar o abstraccionismo pela "razão primogénita da espécie", isto é, folheando álbuns de Paul Klee, Kandinsky, Malevitch e, "em casos mais desesperados", de Mondrian, todos já iluminados pela luz perpétua da história.
A expressão "em oposição a", referindo à primeira pintura gestual de Artur Bual, vem numa critica de J.A. França publicada na altura, onde aquele crítico salientava "a coragem de navegar no mar alto" que Bual tinha atingido com a sua nova maneira de pintar e apontava o que a distinguia no conjunto do Salão: "um expressionismo cuja potência cenográfica se encontra(va) com a de uma corrente não figurativa de génese americana e pouca compreensão europeia".
Essa corrente americana era o expressionismo abstracto que tinha, por sua vez, génese europeia (Hartung, Wols, Soulages, por exemplo), mas havia adquirido grande relevo na América com Tobey, Kline e Po***ck, entre outros.

Prémios
- 3° Prémio da Exposição “Um Americano em Paris” - M.G.M. em 1952;
- Prémio Nacional Amadeo de Souza Cardoso em 1959;
- 3º Prémio do Sindicato dos Críticos de Arte na I Bienal de Paris em 1959;
- 1º Prémio do II Salão de Arte Moderna da Junta de Turismo da Costa do Sol em 1964;
- 2º Prémio do Concurso de Pintura da BP em 1966;
- Prémio Artes Plásticas das Revistas “Eles e Elas” e “Nova Gente” em 1983 e 1984;
- Prémio MAC´Carreira em 1997 - Movimento Arte Contemporânea.
Tomou parte nos Encontros Inter-nacionais de Arte Caldas da Rainha e Bienal de Cerveira, organizados pelo Grupo Alvarez ;
Com Carlos Avilez e Francisco Relógio, colaborou, como director plástico em várias cenografias levadas à cena no Teatro Experimental de Cascais e do Porto.
Foi director gráfico da revista de arte e letras “Contravento”.
Executou painéis-mosaico para a estação da CP da Amadora e para o Metropolitano de Lisboa.
Ilustrou os livros “Instinto Supremo” de Ferreira de Castro, “As Alegres Noites de Um Boticário” de Miguel Barbosa e “Rencontre avec culture Portugaise” (Nov./91 - Paris)

  DOS  #500 ANOS     -      .Serviço de Jantar, Chá e Café da SPAL - 124 peças em fio de ouro 24KtFaz parte de uma série...
27/11/2017

DOS #500 ANOS - .
Serviço de Jantar, Chá e Café da SPAL - 124 peças em fio de ouro 24Kt
Faz parte de uma série limitada de 1.000 peças numeradas (500 distribuídas em Portugal e 500 no Brasil), em comemoração dos 500 anos dos descobrimentos do Brasil.
As 124 peças são todas decoradas com imagens alusivas aos descobrimentos e com acabamentos em ouro de 24Kt.
JANTAR
• 24 Pratos Rasos (ladeiros);
• 12 Pratos de Sopa;
• 12 Pratos de Sobremesa;
• 12 Pratos de Doce;
• 1 Saladeira;
• 1 Terrina;
• 3 Travessas (Grande, Média, Pequena)
• 1 Prato Grande Raso;
• 1 Prato Fundo Grande;
• 1 Molheira com Prato;
• 2 Azeitoneiras;
• Total 70 peças
CHÁ
• 1 Bule
• 1 Leiteira
• 1 Açucareiro
• 12 Chávenas
• 12 Pires
• Total 27 peças
CAFÈ
• 1 Bule
• 1 Leiteira
• 1 Açucareiro
• 12 Chávenas
• 12 Pires
• Total 27 peças

Um legionário e era um  soldado romano bem treinado e organizado. Ele usava basicamente um escudo rectangular de 1,5 met...
24/11/2017

Um legionário e era um soldado romano bem treinado e organizado. Ele usava basicamente um escudo rectangular de 1,5 metros, uma armadura, um gládio, uma pilo, sandálias de couro e um elmo. Organizavam-se em pequenos grupos de 10 que incorporava um maior grupo de 80 que recebiam ordens de seu centurião. A Legião no total contava com 4000 a 8000 homens.
O legionário era equipado com uma armadura ( Lorica segmentada ) e um escudo (scutum), um elmo (galea), um cingulo de tiras largas em couro, e dois dardos, um pesado chamado pilo (pilum) e outro leve chamado hasta, uma espada curta chamada gládio (gladius), uma adaga chamada púgio (pugio), um par de sandálias resistentes e pesadas chamadas cáligas (caligae).
Na loja encontra-se o (capacete), a Segmentada, o (cinturão de couro revestido com placas de metal).

Cães de   ou  (Cães de Buda ou Leões coreanos)Marcados e numerados Nº 188Dimensões 11 x 7 x 32 cmOs  , também Cães de   ...
15/09/2017

Cães de ou (Cães de Buda ou Leões coreanos)
Marcados e numerados Nº 188
Dimensões 11 x 7 x 32 cm
Os , também Cães de ou , são poderosos animais míticos que têm sua origem na tradição budista. No budismo são os defensores da lei e protectores dos edifícios sagrados.
Estes animais são também conhecidos como "cães da felicidade" ou "cães celestiais" e são símbolo de valor e energia.
O simbolismo dos cães de Fu é considerado também nos estudos sobre o Shui, que lhes associa a vigilância, o jogo limpo e a defesa do débil.
A Fêmea com uma cria debaixo da pata simboliza protecção à família, o macho com a pata sobre o Mundo, simboliza paz no mundo.
A boca aberta simboliza a absorção dos espíritos maus que possam entrar em casa.

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Arneiro Dos Marinheiros
2705-434

Telefone

+351 914025152

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