Sebo Recanto

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Tá chegando ⚠️👌🏽❤️
28/05/2018

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No sábado dia 09 de Junho, a partir das 9 horas, na loja localizada no Polo de Moda Glória. Participe você também, traga seus discos repetidos ou que você ganhou e não curtiu tanto.
Muita música, bom papo, cerveja boa e oportunidades🧐

25/04/2018

Feira Capixaba de Discos •Vários expositores •Compra,Venda e troca de discos e aparelhos •Cervejas e Petiscos •Toca discos parar te**es
•Aceitamos todos cartões •Discotecagem •Sorteios
Traga seus discos para negociar na feirinha de discos mais badalada das terras Capixabas, e o melhor não paga nada. Confirme sua participação como expositor a tempo vagas limitadas.
Quantidade menor que 20 discos não precisa de confirmação.
Local: Discorama Discos em Vila Velha
Zap: 27 998280840

20/04/2018

Vamos de Vitória Rock Festival esse fim de semana🤘🏽 agora vai dar pra curtir o festival tomar umas e garimpar um bom vinil no
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13/04/2018

NEVER SAY DIE – BLACK SABBATH (vertigo, 1978)

Discos de bandas em "crise" podem ser soberbos para os ouvidos alheios que sequer imaginam o que se passa entre quatro paredes de um estúdio. E as coisas não estavam fáceis para o quarteto de Birmingham há 40 anos. Excessos de dr**as, ego, embolações mil com dinheiro, advogados, empresários e outras criaturas pantanosas eram o que cercavam. O clima não estava propicio entre Tony Iommi (guitarra) Bill Ward (bateria)-Geezer Butler (baixo) e Ozzy Osbourne (Vocais). Este último tinha pulado do barco um ano antes - mesmo que a intenção inicial fosse de ser expulso pelos outros três integrantes. Enquanto esteve fora, a banda chegou a ensaiar com Dave Walker (ex-Savoy Brown e Fleetwood Mac), mas não rolou. Algo tinha de ser feito e a maquina havia de girar. Era preciso fazer um disco e uma turnê. Sim, não é só você paga conta: rockstar também paga boleto e muitos. O resultado: Never Say Die (1978)

Mesmo que o hard-rock e até pitadas de jazz e rock progressivo sejam elementos presentes, que tal começar uma porrada certeira: a faixa titulo é rápida e certa para iniciar a bolacha. O single teve boas vendagens –diferente do disco – é um clássico que o grupo nunca mais tocou em shows. A seguinte e complexa "Johnny Blade" é uma das minhas preferidas e conta com os teclados do atual Deep Purple Don Airey. Dá pra notar que Tony Iommi continua sendo um mestre irretocável dos riffs ao lado do baixo pulsante de Butler. A cadenciada, mas pesada "Junior's Eyes", traz Ozzy cantando uma letra que escreveu em homenagem a seu pai John, recém falecido. A emocionante “Hard Road” traz uma das mais belas letras da banda “Esqueça toda sua tristeza/não viva no passado/E olhe para o futuro/porque a vida passa rápida demais”, onde a banda inteira está nos backing vocals. Hard rock puro, simples e lapidado. Da Gota.

“Shock Wave” que abre o lado B também conta com os riffs monolíticos e que poderia estar bem presente no clássico “Sabbth Bloody Sabbath” (1973). Já “Air Dance” traz o experimentalismo jazzístico de Iommi com os pianos de Airey novamente e conta a história de uma bailarina que se vê presa ao passado. Soa algo como rock progressivo, mas isso não é pejorativo em sentido nenhum. “Over to You” é outro hard rock pra cima e que Don Airey de novo executa um arranjo sensacional. .A instrumental (de novo jazzística) “Breakout” é quase uma (ótima) vinheta para “Swinging The Chain”. Composta durante a fase dos ensaios com Dave Walker, Ozzy se recusou a cantar e que teve a tarefa cumprida pelo baterista Bill Ward. Uma curiosidade pra fechar um discão.

A banda botou o pé na estrada, mas o público foi muito regular em sua presença nas datas tanto na Europa quanto nos EUA. Um exemplo foi esta turnê americana com o grupo novato Van Halen, que tinha acabado de lançar seu primeiro disco. Quando a banda de irmãos holandeses descia do palco, o público gritava o nome VAN HALEN sem parar e que incomodou e em muito o Black Sabbath –apesar da amizade criada nas viagens. Após o fim dessa turnê, Ozzy foi expulso devido às maluquices diárias. Em seu lugar, foi chamado o ex-Rainbow e ELF Ronnie James Dio. O saldo foi o espetacular “Heaven and Hell” (1980). Ozzy que não é bobo não quis ficar para trás e o resultado foi o não menos sensacional Blizzard of Ozz, também do mesmo ano e com o guitar heroe Randhy Rhoads a tiracolo. Mas isso é outra história.
Direção e texto: Ferraz.

Participe enviando sua dúvida, crítica, elogio ou sugestão. A Discorama Discos quer ouvir você!

Vinil de Quinta 🔝🤘🏽
08/02/2018

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A SAUCERFUL OF SECRETS - PINK FLOYD (EMI, 1968)

Qual o melhor disco do Pink Floyd? Difícil a resposta, pois são inúmeros clássicos. E o mais difícil? Essa resposta se aproxima do segundo e mais cósmico álbum do grupo inglês A Saucerful of Secrets (EMI, 1968), que completa 50 anos em 2018. A história (quase) todo mundo sabe: após o disco de estreia, The Piper at the Gates of Dawn, lançado no ano anterior, o quarteto foi fazer uma turnê pelos Estados Unidos e que foi um retumbante fracasso. A culpa recaiu sentenciada diretamente ao seu fundador, vocalista e guitarrista Syd Barret, que devido ao estado mental alterado (por motivos que todo mundo também já sabe) tocou e cantou muito, mas muito mal, inclusive em programas de TV. Pense que em 1967 não havia internet e assistir na televisão uma banda com um vocalista que não mexe a boca no Playback e que ficava olhando fixamente para a câmera não era algo assim “tão legal” para se ver.

Voltando para Londres era preciso gravar um segundo disco pra esquecer os acontecimentos ruins. Roger Waters (baixo/vocais), Richard Wright (teclados/vocais) e Nick Mason (bateria) chamaram um guitarrista brothers deles, lá de Cambridge (terra natal do grupo) chamado David Gilmour para que pudesse dar uma força. A intenção era que Syd fosse o compositor do grupo - semelhante ao que aconteceu com o Brian Wilson dos The Beach Boys. A reunião destes cinco elementos se deu no estúdio e o resultado foi digno de ser algo inesquecível.

Espacial e envolvente "Let There Be More Light" abre o vinil com um riff de contrabaixo e prato de condução que leva o ouvinte para outra galáxia. Composição de Waters e cantada por Wright, Gilmour e o próprio Waters, a faixa possui um tom obscuro que não preenchia a quantidade de cores do caleidoscópio tão presente no disco anterior. Aí mora a graça: seria outra banda e mais séria? Talvez. "Remember a Day", psicodélica ao extremo, porém melódica reúne um milhão de imagens nostálgicas de uma infância imaginária. Cortesia do tecladista Wright. A seguinte “Set the Controls for the Heart of the Sun” é uma canção onde todos participam e o clima soturno mais uma vez se dá presente e a única que ficou presente no repertório da banda nos anos posteriores. O lado A fecha com a primeira canção que possui temática de guerra da banda , o acid rock com guitarras saturadas "Corporal Clegg", composta por Waters. Um detalhe: um dos vocais principais é do batera Nick Mason.

O lado B abre com a longuíssima faixa titulo onde a experimentação dá o ar da graça. Barulhos, ecos e outros bichos em uma assustadora ode ao que ninguém sabe. Um solo de bateria, loops, efeitos de sons ao contrário e explosões até culminar em um órgão de igreja quase angelical. O momento certo para o respiro e os pianos de "See-Saw", outra composição nostálgica e psicodélica de Wright, algo que simulasse um carrossel de efeitos de L*D. A última faixa “Jugband Blues” é a composição de Syd que o próprio canta em um tom de despedida. “E o que exatamente é um sonho? E o que exatamente é uma piada?” em um tom melancólico sobre o violão. Um das melhores faixas do disco e do Pink Floyd em geral que fechava um ciclo.

Após as gravações, a banda sairia em uma boa turnê pela Europa e já sem Syd. O disco não foi tão bem recebido de vendas ou criticas quanto o primeiro, mas gerou confiança ao grupo, que foi aos poucos tentando se entender como unidade. O Floyd ao mesmo tempo em que criava uma sonoridade mais regular e experimental, com faixas mais longas e uma postura distante de sua fase inicial, demorou a gerar bons resultados para quem precisava se mexer com as próprias pernas. Já Barret continuava com seus delírios e com sua genialidade mais afastada do mundo (in)real gravando seu primeiro disco solo The Madcap Laughs, com ajuda dos próprios integrantes do Pink Floyd. Mas isso é outra história.


Direção e texto: Danilo Ferraz.

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11/01/2018

O que David Bowie fez (no planeta terra e em outras dimensões) foi produzir álbuns essenciais - mesmo que muitos destes não sejam citados cotidianamente nas famigeradas listas de melhores discos do século XX/XXI. Mesmo que menos incensado do que Low e Heroes (ambos de 1977), Lodger (1979), 13º álbum de estúdio do cantor britânico e que fecha a chamada “trilogia de Berlim”* nunca foi o óbvio e ganha ainda mais importância nos seus 40 anos de gravação em 2018. Um das razões é que a ampla discografia do “camaleão do rock” é revisitada nos ínfimos detalhes após sua morte em 2016. Repleto de sons e signos etéreos, Lodger é ao mesmo tempo experimental e acessível, turvo, eletrônico e melodioso - porém nunca gratuito para ouvidos fáceis. Esse é o ponto que traduz como ele é fundamental.

Gravado na suíça com o produtor Tony Visconti, o álbum conta com o auxilio mais do que luxuoso dos efeitos de Brian Eno e do guitarrista Adrian Belew (que integraria mais tarde o grupo de rock progressivo King Crimson). A obra se inicia com uma canção pop convidativa "Fantastic Voyage" até ganhar toques de estranheza. O que aparenta ser um disco assimilável cai por terra com "African Night Flight" repleta de nuances da música africana e bem ambientado por diversas guitarras sobrepostas. “Move on” é outra que presume ser acessível, mas que surpreende em meio às vocalizações repleta de efeitos. A faixa seguinte "Yassassin” é um das melhores do disco: um reggae torto guiado por melodias orientais executadas pelo violino de Simon House (Hawkwind). O lado A fecha com a roqueira “Red Sails” em que guitarra de Belew sola livre entre os efeitos surpreendentes de sintetizador de Brian Eno.

Talvez a intenção fosse fazer dançar, mas “DJ” faixa titulo abre o lado B introduz mais confusão no ouvinte. A influência em bandas atuais como Arcade Fire The National e Franz Ferdinand é mais do que pressentida. A forte e cheia de camadas de sons "Look Back in Anger" é outra que comete que Bowie bata os dois pés na porta da década seguinte que se aproximava. Já o single “Boys Keep Swinging” e “Repetition” remetem a fase de “Ziggy Stardust”, entretanto, as condições são mais ásperas e a plasticidade se modifica, ou seja, o instrumental faz que a experiência seja imprecisa. “Red Money” finaliza o disco com um clima mais do que magnético.
Após a gravação do disco e um divórcio e Bowie voltava à Nova York, mas isso é história para outro dia...
Danilo Ferraz
TRILOGIA DE BERLIM
Low, Heroes e Lodger ficaram conhecidos como os álbuns da intitulada Trilogia de Berlim, pois David Bowie morou na cidade alemã (localizada até então na parte ocidental deste país) entre os anos de 1977 e 1979. Lá, ele achou inspiração para os álbuns que foram inclusive influenciados pela cena musical do krautrock, e por bandas como Kraftwerk e Tangerine Dream. Por ultimo mas não menos importante: Bowie conviveu também com seu amigo Iggy Pop, onde produziu os discos The Idiot e Lust for Life. Ambos os discos (de Iggy e Bowie) foram fundamentais para a new wave e o pós-punk que acabará de florescer no inicio da década de 1980.

Direção e texto Danilo Ferraz

11/03/2017

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21/12/2016

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25/08/2016

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25/08/2016

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Endereço

Centro, Rua Enrique Moscoso No Edf. Dom Bosco
Vila Velha, ES
29123-260

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
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