06/10/2016
Os provadores devem funcionar como uma extensão do local, ou seja, devem estar incluídos no projeto de visual merchandising do ponto de vendas. Uma pesquisa encomendada pelo Wall Street Journal com 8 mil consumidores comprovou que 67% daqueles que entram nos provadores para experimentar uma peça acabam comprando-a. Além disso, a pesquisa também descobriu que um terço dos clientes que entram em uma loja resolvem provar algum tipo de peça, portanto o provador deve ser o elemento bem elaborado que contribua para a venda. E com algumas dicas é possível efetivar a decisão de compra do consumidor como proporcionar o bem-estar, a partir de ambientes mais espaçosos proporcionando conforto ao cliente, o que pode aumentar as chances de compra.
Investir em bons espelhos é fundamental, espelhos de menor qualidade podem distorcer a imagem, influenciando negativamente na compra. Os espelhos devem estar limpos, permitir a visualização completa da peça
Na Iluminação o correto é usar um excelente reprodução de cor e temperatura de cor igual à iluminação geral da loja, pois os olhos dos cliente já estão acostumados com a luz geral.
É importante lembrar que o ponto de vendas deve estar preparado para receber clientes com necessidades especiais, deficiência e pessoas com mobilidade reduzida. Assim, as cabines devem ter dimensões compatíveis para o giro de 360° de uma cadeira de rodas e a porta deve abrir para fora com um vão livre de pelo menos 90cm (norma ABNT NBR 9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos).