12/01/2021
Originado na Itália, na década de 80, o movimento slow living surgiu junto com o slow food, em contraposição ao fast food.
O slow food luta pela valorização do ato de comer, pensando no alimento desde a sua produção, passando pelo respeito ao tempo da natureza, pela valorização dos produtores locais e da agricultura natural; pela refeição com tempo de desfrute e comensalidade, na companhia de pessoas significativas e com consciência no ato de se alimentar.
Os valores do slow food – respeito ao tempo da natureza, valorização do local e do pequeno e valorização das relações – foram incorporados por outros setores da vida e da sociedade, que também perceberam o movimento que alguns estudiosos chamam de “aceleração social do tempo”.
Antes de mais nada, é preciso entender que desacelerar não é necessariamente ser devagar ou preguiçoso. Desacelerar é parar e respirar. Pensar quando a velocidade e a correria fazem sentido e quando não fazem e você corre, simplesmente, porque isso é o considerado “normal”.