09/09/2021
1. Treinamento Progressivo
A maioria dos ciclistas que usam medidores de potência já treinam sob as orientações de um profissional formado em Educação Física, melhor ainda se for especializado em ciclismo. Dessa forma, já estão familiarizados com a prescrição de treinos com cargas progressivas dentro de uma rotina periodizada.
2. Variações de Estímulos e Tiros Curtos
Variar os estímulos durante um pedal ou mesmo treino é uma boa forma de criar novas adaptações musculares. Fazer o corpo sair do movimento repetitivo, mesmo em treinos aeróbicos pode ser interessante. Por exemplo, pedalando um pouco em pé, mesmo que sem aumentar o esforço, ou seja, se mantendo na faixa de potência desta especificidade. Aumentar a cadência e até mesmo usar uma marcha mais pesada também podem representar um estimulo diferente.
3. Use o vento como aliado
Experimente uma cadência entre 85 e 90 rotações por minuto e tente sustentar isso pedalando com a melhor técnica possível. Tiros de 3 minutos já serão bem sofridos se explorar as condições certas e se o vento contra for forte mesmo.
4. Periodização por blocos ou ciclos
Tentar trabalhar por microciclos ou pequenos blocos de treino que podem consistir de uma sequencia de, por exemplo, 3 ou 4 dias muito duros seguidos de 4 a 5 dias de descanso e recuperação ativa. O estresse severo que o corpo sofre neste tipo de treino exerce impacto nos sistemas musculoesquelético e cardiovascular. O treinamento em blocos é eficaz para facilitar a adaptação fisiológica e pode apresentar bons resultados no aumento da potência do ciclista.
5. Ir devagar, para ir mais rápido
O aumento planejado da intensidade, novos estímulos, trabalhos em zonas de potência que favorecem o ganho aeróbico e o descanso são as dicas mais certeiras para que o ciclista apresente ganho real e aumente a sua potência ao pedalar.