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Curiosidade, já que moedas deste monarca fazem parte das bases, e várias medalhas do mesmo formam coleções fantásticas, ...
16/05/2026

Curiosidade, já que moedas deste monarca fazem parte das bases, e várias medalhas do mesmo formam coleções fantásticas, o que tem passado com o suposto órgão preservado do Imperador Francês, como se dominava.

Pouca gente sabe, mas uma das histórias mais estranhas envolvendo figuras históricas famosas gira em torno de uma suposta relíquia retirada do corpo de Napoleon Bonaparte após sua morte.

Napoleão morreu em 1821, exilado na Ilha de Santa Helena, depois de perder o poder e ser derrotado definitivamente na Europa. Durante a autópsia realizada logo após sua morte, relatos históricos afirmam que uma parte íntima de seu corpo teria sido removida por um médico ou integrante da equipe responsável pelo procedimento.

A história ganhou força ao longo das décadas porque o suposto órgão passou de mão em mão entre colecionadores, religiosos e comerciantes europeus, criando uma espécie de lenda histórica extremamente incomum.

Segundo diversos relatos publicados ao longo do século XX, o objeto teria sido levado primeiro para a Córsega, terra natal de Napoleão, antes de circular pela Europa até chegar aos Estados Unidos. Em 1927, a peça chegou a ser exibida em Nova York, causando enorme curiosidade pública.

Décadas depois, o objeto acabou comprado por John J. Lattimer, um conhecido professor americano de urologia e colecionador de itens históricos. Ele manteve a relíquia guardada de forma extremamente reservada até sua morte.

A história ficou ainda mais famosa por causa das descrições feitas por pessoas que alegavam ter visto o objeto. Alguns jornais americanos chegaram a descrevê-lo de maneira quase caricata, o que transformou o caso em uma mistura de curiosidade histórica, folclore e sensacionalismo.

No entanto, apesar da fama mundial da história, existe um detalhe importante: nunca houve confirmação científica definitiva de que o objeto realmente pertencia a Napoleão. Especialistas afirmam que a autenticidade absoluta da relíquia jamais foi comprovada publicamente através de te**es modernos conclusivos.

Outro ponto frequentemente repetido envolve o suposto tamanho do órgão. Muitas reportagens mencionam medidas extremamente pequenas, mas historiadores alertam que isso provavelmente ocorreu porque o objeto teria sofrido mumificação, deterioração e deformações naturais ao longo de quase dois séculos.

Mesmo assim, a história continua sendo uma das curiosidades mais bizarras já associadas a uma figura histórica tão poderosa quanto Napoleão Bonaparte.

23/11/2025
Hoje comemoro 10 anos no Facebook. Obrigado pelo apoio contínuo de vocês, que foi indispensável para mim. 🙏🤗🎉
23/11/2025

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Como foi forja da a luta entre fogo e sangue, o processo de independência, do Brasil, sobre a força e astúcia do comando...
14/03/2025

Como foi forja da a luta entre fogo e sangue, o processo de independência, do Brasil, sobre a força e astúcia do comando Fidié, o veterano luso🇵🇹 da guerra peninsular e terror no novo exército brasileiro.
Mas não só do exército Brasileiro mas do povo que pegou em armas contra a força da metrópole.
O Tenente General João José da Cunha Fidié um militar português, comendador da Ordem Militar de Avis, da Ordem Militar da Torre e Espada e Diretor do Real Colégio Militar.

Tomou parte na Guerra Peninsular, assistindo às batalhas e vitórias contra os franceses 🇫🇷 no Buçaco, Albuera, Vitória, Pirinéus, Nivelle, Nive, Orthez e Tolouse, assim como aos sítios de Olivença e Badajoz, e a diversos combates e acções que se feriram até ao fim da campanha. Ofereceu-se para embarcar na Divisão de Voluntários Reais que seguiu para Montevideu🇺🇾, na então Província Cisplatina, no Brasil.

Em 13 de novembro de 1822, meses após o Grito do Ipiranga, o major João José da Cunha Fidié, Governador das Armas, com tropas de 1ª e 2ª Linha e o Batalhão de Infantaria da guarnição da capital partiu de Oeiras em marcha acelerada para sufocar o movimento de Independência proclamado na Vila São João da Parnaíba. No dia 18 de dezembro de 1822 entrou com sua tropa na Vila São João da Parnaíba, encontrando as ruas desertas tendo em vista que o povo se trancara em suas casas e ninguém ousou em sair para recebê-lo. Arrastando a artilharia e demais apetrechos de guerra percorreu as ruas desertas e mandou a tropa ficar perfilada em formação no Largo da Matriz com frente à Casa da Câmara para onde logo se dirigiu e dela exigiu a imediata renovação do juramente de fidelidade a D. João VI.

Tomando conhecimento da adesão de Oeiras ao movimento brasileiro e a proclamação em Campo Maior por Leonardo de Carvalho Castelo Branco, resolveu o major Fidié deixar a Vila São João da Parnaíba no dia 1º de março de 1823 e marchar sobre a capital piauiense. Antes de sair expulsou todo o povo da vila

A historiografia sobre o processo de independência no Piauí fez referência ao projeto português de salvaguardar o norte de seu império em caso da separação de fato ocorrer. Isso se daria muito por conta da proximidade das elites comerciais e políticas das provinciais do Maranhão e do Grã Pará. a ideia de incluir o Piauí nesse projeto derivava da concepção de que a região era detentora de um grande rebanho de gado, e que historicamente no passado o Piauí já havia feito parte do Maranhão.

No dia 13 de março de 1823 o major João José da Cunha Fidié enfrentou as tropas brasileiras às margens do riacho Jenipapo, de onde saiu vitorioso. Atendendo a pedido do Senado da Câmara de Caxias, entra nessa vila a 17 de abril de 1823. De lá poderia refazer sua força militar e marchar sobre Oeiras. Em Caxias enfrenta tropas brasileiras, saindo-se novamente vitorioso, e lá permaneceu, fortificando-se no Monte Tabocas aguardando auxílio da capital maranhense e de Portugal.

Cercada novamente Caxias por tropas brasileiras, a população decide pela capitulação depois de uma reunião com o Senado da Câmara. Desgostoso com essa atitude Fidié demitiu-se do cargo e passou o comando ao tenente-coronel Luís Manoel de Mesquita. No dia 1º de agosto de 1823 o major João José da Cunha Fidié rendeu-se.

Preso foi enviado oito meses depois entre uma escolta para Oeiras, sendo depois transferido para a Bahia e de lá passando ao Rio de Janeiro onde ficou encarcerado encarcerado na Fortaleza de São Francisco Xavier da Ilha de Villegagnon até que o Imperador Pedro I lhe concedeu a liberdade, permitindo que regressasse a Portugal

Em 1825 foi nomeado primeiro comandante do Real Colégio Militar e, por vezes, durante a ausência do director, ficou encarregado da direcção daquele estabelecimento até que, saindo de Lisboa, e apresentando-se em 1832 no Porto ao 16.º Duque de Bragança, foi por ele nomeado subdirector do arsenal daquela cidade.

O major, que galgou ao posto máximo de tenente-general, aposentando o uniforme em 1854 deixou um livro de memórias. “Vária Fortuna d'um Soldado Portuguez”, lançado em 1850, quando já era brigadeiro, onde ele menciona a batalha em solo piauiense. O algoz do Jenipapo minimiza o enfrentamento. Relatando-o como um combate sangrento, mencionou os 200 brasileiros mortos e os 542 que seguiram prisioneiros com o exército para o Estanhado, que corresponde ao município de União. E, depois, a Caxias, no Maranhão

14/03/2025

Uma guerra entre Brasil e Argentina, é tão longe chegamos, no território Argentino.

Vitoria do Império em monte caseros

Nesta batalha o Exército Brasileiro empregou cerca de uma centena de atiradores de elite alemães, contratados. Estes homens, equipados com então modernos fuzis de agulha Dreyse, foram estrategicamente distribuídos entre as unidades de Infantaria, sob o comando do Capitão Francisco José Wildt da Guarda Nacional de São Leopoldo. A sua missão foi a de caçar os artilheiros de Rosas no seu raio de alcance, facilitando essa surpresa tática o rompimento das posições de Artilharia inimiga, e a penetração do 2º Regimento de Cavalaria, sob o comando do então Tenente-coronel Manuel Luís Osório, futuro Marques do Herval. Estes mercenários alemães passaram à história com o apelido de "brummer" na tradução resmungões. Mostra que sempre o Exército usou mercenarios para alcançar seus fins.

A história do soldado salvo por suas moedas durante a Primeira Guerra Mundial é uma das muitas histórias notáveis ​​de s...
02/02/2025

A história do soldado salvo por suas moedas durante a Primeira Guerra Mundial é uma das muitas histórias notáveis ​​de sorte e destino da guerra. Neste caso específico, o soldado carregava no bolso uma pequena coleção de moedas, provavelmente para uso em transações diárias ou como lembrança. Porém, durante o combate, uma bala o atingiu no peito, mas em vez de feri-lo mortalmente, a bala foi detida pelas moedas.

As moedas funcionaram como uma forma inesperada de armadura, absorvendo o impacto e evitando que a bala penetrasse mais profundamente no corpo do soldado. Milagrosamente, o soldado sobreviveu ao encontro, graças aos itens aparentemente comuns que acabaram desempenhando um papel heróico no salvamento de sua vida.

Esta história destaca a aleatoriedade e a imprevisibilidade da guerra, onde até os objetos mais mundanos, como moedas, podem tornar-se a diferença entre a vida e a morte numa fração de segundo. Com o tempo, esses itens se tornaram símbolos de sorte, sobrevivência e das realidades muitas vezes surreais do campo de batalha. As próprias moedas, muitas vezes expostas em museus ou mantidas pela família do soldado, servem como lembranças comoventes dos sacrifícios feitos durante a Grande Guerra e dos inexplicáveis ​​momentos de fortuna em meio ao caos do combate. — em Nova Iorque, Estados Unidos da América.

Estes um dos primeiros Mapas do Brasil, todos eles com uma precisão assustadora, ainda somado o fato de o tratado de Tor...
19/12/2024

Estes um dos primeiros Mapas do Brasil, todos eles com uma precisão assustadora, ainda somado o fato de o tratado de Tordesilha, ter sido firmado, muito antes do “descobrimento” de fato não a descoberta, era fato, público para a Espanha e Portugal, com o conhecimento da igreja, católica.

19/12/2024

Estes primeiros Mapas do Brasil, todos eles com uma precisão assustadora, ainda somado o fato de o tratado de Tordesilha, ter sido firmado, muito antes do “descobrimento” de fato não a descoberta, era fato, público para a Espanha e Portugal, com o conhecimento da igreja, católica.

15/12/2024
Encontro em Bauru, presentes no evento, atendendo e buscando, completar coleções, com dedicação de mais de meio século.
22/08/2024

Encontro em Bauru, presentes no evento, atendendo e buscando, completar coleções, com dedicação de mais de meio século.

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