23/05/2016
Daquela grande família botânica que comentamos anteriormente, Cucurbitaceae, cujos parentes incluem a Melancia, o Melão, o Pepino e o Chuchu, destacam-se as saborosas abóboras (e suas abobrinhas). Dão-se bem na cozinha tanto com o sal como com o açúcar!
Dentre elas, as mais conhecidas são a Moranga, a Abóbora “de pescoço”, e a Kabotchã (que é um híbrido entre as duas anteriores) encaradas como abóboras secas pois devem ser colhidas e consumidas na maturidade, isto é, já maduras. No caso das abobrinhas, cujo nome faz jus ao fato de serem colhidas e consumidas quando ainda estão imaturas, isto é, verdes, as três mais conhecidas são a paulistinha, a abobrinha comum (que é a abóbora “de pescoço” colhida verde) e a abobrinha italiana, que muitos agricultores chamam de abobrinha “de árvore” pois é uma das poucas Cucurbitaceae de crescimento determinado, ou seja, não espalham seus ramos indefinidamente, florando e frutif**ando ao longo dele, como todas as demais.
A produção que abastece Piracicaba nunca está muito distante, ou seja, além de versáteis na culinária, bom sabor e boas características nutricionais, elas não contribuem com o aquecimento global pois tem um baixíssimo “miles food” (vamos falar disso em breve!)