Canoa Arte Indígena

Canoa Arte Indígena A Canoa Arte Indígena tem como missão fortalecer os povos indígenas no Brasil através de suas artes.

São mais de 20 anos construindo relações de confiança e uma ampla rede de artesãos. Uma rede que gera renda, fortalece os povos originários, suas tradições e a permanência em seus territórios. Através de cada peça, nossa curadoria conecta você com a cultura e as causas dos povos originários no Brasil.

11/06/2026

O povo Tikuna é a maior etnia indígena da Amazônia brasileira, com mais de 74 mil pessoas distribuídas em mais de 100 aldeias na bacia do Alto Solimões, região da tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

A proximidade entre os territórios faz com que os Tikuna brasileiros, peruanos e colombianos mantenham fortes laços culturais e familiares, circulando entre os países e fortalecendo a unidade de seu povo. Autodenominam-se Magüta e preservam uma língua considerada isolada e possivelmente relacionada ao extinto idioma Yury.

São, sobretudo, um povo de resistência, que luta pela preservação de seu território, de sua cultura e de suas tradições diante das constantes pressões de garimpos e madeireiras.

Sua produção artística é reconhecida pela riqueza e diversidade de expressões, que incluem máscaras cerimoniais, cestarias, cerâmicas, pinturas em tururi (feitas sobre a casca de árvore) e esculturas em madeira.

Entre elas, destacam-se os bancos de Higino Batista, artista Tikuna que vive no lado brasileiro da Amazônia. Amplamente reconhecido na Colômbia, onde realizou diversas exposições e recebeu importantes premiações, Higino tem suas obras apresentadas pela primeira vez no Brasil aqui na Canoa Arte Indígena.

Convidamos você a conhecer mais sobre o povo Tikuna e sua arte em nossa loja e galeria no Centro Histórico de Paraty, ou entrar em contato pelo WhatsApp, através do link na bio, para um atendimento personalizado.
Entregamos para todo o Brasil e exterior.

27/05/2026

Da Bienal de Arquitetura Brasileira para novos encontros entre arte, arquitetura e ancestralidade.

A participação da Canoa Arte Indígena na BAB 2026 estreitou nossa relação com arquitetos de diferentes regiões do Brasil, fortalecendo a presença e a potência da arte indígena no design e na arquitetura contemporânea.

Recentemente, recebemos a arquiteta fluminense Paula Martins em Paraty para a seleção de obras que irão compor a decoração de uma casa na serra.

Peças de diferentes povos originários, carregadas de memória, saberes ancestrais, relações profundas com a floresta e modos de vida que atravessam gerações.

Acreditamos na arte indígena como expressão viva de resistência, cultura e permanência. Apoiar o fluxo da arte e do artesanato indígena é apoiar vidas, territórios, rios vivos e florestas em pé.

Conheça nosso catálogo no link da bio.

08/05/2026

Para o povo Mehinako, do Alto Xingu, a cabaça é um objeto funcional essencial no cotidiano, utilizada para carregar água, mingau e caldo de mandioca.

Esses cachos de cabaça são uma composição exclusiva da Canoa Arte Indígena.

São peças leves, resistentes e produzidas com cabaças individuais, feitas artesanalmente a partir do fruto seco de uma espécie de trepadeira.

A produção respeita o manejo da floresta e preserva saberes tradicionais transmitidos entre gerações.

Todos os objetos produzidos pelos povos indígenas, utilitários ou ritualísticos, são esteticamente belos e bem acabados.

Ao comprar uma peça indígena, além de uma arte belíssima, vc está apoiando e subsidiando o modo de vida das florestas.

Cada peça que você encontra na Canoa Arte Indígena é um elo vivo com a identidade cultural dos povos originários, fortalecendo seus territórios, memórias e narrativas.

Sua casa merece ser decorada com tanto esmero e sentido.

Em nossa loja no Centro Histórico de Paraty ou no atendimento personalizado via WhatsApp (link na bio), conheça a nossa curadoria especial dedicada às artes do povo Mehinako e outros mais de 70 povos indígenas.

04/05/2026

Os grafismos do povo Assurini fazem parte de um sistema de arte gráfica presente tradicionalmente na pintura corporal e na decoração de objetos como cuias, cerâmicas, cestarias e outros materiais.
Cada grafismo carrega significados cosmológicos e culturais e integra uma linguagem visual com “gramática” própria, orientada por regras estéticas e morfológicas.

Recentemente, as mulheres Assurini passaram a incorporar matérias-primas industriais em seu fazer manual, pintando tecidos de algodão cru com tinta acrílica. Esse processo deu origem a uma nova forma de produção, na qual os tradicionais grafismos são apresentados em forma de quadros, ampliando a circulação dessa arte e criando novas possibilidades de valorização cultural e geração de renda para a comunidade.

Saiba mais sobre esse povo e suas obras em nossa loja no Centro Histórico de Paraty ou chame pelo WhatsApp (link na bio) para um atendimento personalizado. Entregamos para todo o Brasil e exterior.

Nossos bancos indígenas ocuparam a BAB - Bienal de Arquitetura Brasileira 2026, que encerrou ontem em São Paulo, como pr...
30/04/2026

Nossos bancos indígenas ocuparam a BAB - Bienal de Arquitetura Brasileira 2026, que encerrou ontem em São Paulo, como presença viva de cultura, território e memória.

Criados por artistas de diferentes povos originários, cada banco carrega modos próprios de habitar o mundo, traduzindo saberes ancestrais, relações com a floresta e formas de viver que atravessam gerações.

Na BAB, apresentamos uma seleção de bancos produzidos por artistas dos povos Assurini, Mehinako e Waurá, reafirmando a potência da arte indígena também no campo do design e da arquitetura contemporânea.

Confira o catálogo completo no link da bio.

19/04/2026

Há mais de 25 anos, atuamos ao lado de artistas e comunidades indígenas, fortalecendo a circulação de suas produções, narrativas e saberes por meio da arte. Ao longo dessa trajetória, construímos pontes entre territórios, memória e contemporaneidade, ampliando espaços de visibilidade para suas diversas expressões culturais.

Neste 19 de abril, Dia dos Povos Indígenas, prestamos uma homenagem aos povos originários, que permanecem vivos, presentes e essenciais para compreender o Brasil de hoje, e convidamos você, que nos acompanha, a fazer parte desse movimento de valorização, reconhecimento e respeito.

14/04/2026

Nas casas do povo Mehinako, as áreas de dormir ficam além dos dois grandes postes que sustentam a estrutura da habitação. As famílias estendem suas redes próximas umas das outras, organizadas por núcleos familiares, e cada rede corresponde a um espaço próprio, onde apenas ocasionalmente alguém é convidado a se sentar.

A rede faz parte dessa organização da vida coletiva. É lugar de repouso, permanência e relações cotidianas, que acompanham o ritmo da aldeia. Cada peça é tecida manualmente a partir da fibra do buriti. As folhas da palmeira são coletadas, secas e fiadas até formar um único fio contínuo, sem emendas. No tear de varas alçadas, dois pilares sustentam a estrutura enquanto o fio percorre toda a urdidura horizontal e recebe os desenhos construídos na técnica contratorcida.

Produzidas pelas mesmas artesãs que utilizam essas peças em suas próprias casas, as redes Mehinako chegam à Canoa Arte Indígena como objetos vivos de uso cotidiano. Ao escolher uma rede, você leva para casa uma peça feita para descansar, habitar e acompanhar o ritmo dos dias.

Visite nossa loja no Centro Histórico de Paraty e conheça os variados modelos e tramas próprios de cada artesã, ou chame pelo WhatsApp (link na bio) para um atendimento personalizado. Entregamos para todo o Brasil e exterior.

13/04/2026

Nossa participação na Bienal de Arquitetura Brasileira 2026 reforçou a presença da arte indígena em diferentes espaços e propostas curatoriais do evento, evidenciando a potência dos povos originários como protagonistas nas discussões contemporâneas sobre cultura e modos de habitar.

Integrando a instalação Caminho dos Rios – Pará, idealizada pelo Studio Tuca , da arquiteta e designer Tuane Costa , nossas obras compuseram um percurso sensorial inspirado no fluxo dos rios amazônicos, aproximando ambiente e natureza e revelando como as cosmovisões indígenas atravessam o pensamento arquitetônico contemporâneo e ampliam as maneiras de pensar como vivemos e nos relacionamos com o mundo.

Ao longo da mostra, esses conhecimentos estiveram presentes em diferentes propostas, impulsionando reflexões sobre pertencimento, sustentabilidade e relações com o território. Nesse contexto, a arte indígena afirmou-se não como elemento complementar, mas como perspectiva fundamental para pensar a arquitetura.

Além disso, ao colocar os saberes originários no centro das discussões, a Bienal evidencia a importância de fortalecer e garantir a continuidade das culturas indígenas, movimento que nós, da Canoa Arte Indígena, desenvolvemos diariamente ao atuar como um espaço de encontro e circulação, conectando o público a obras provenientes de diversas comunidades do país.

Imagens de vídeo:

27/03/2026

O banco Kayabi é expressão de identidade, técnica e memória. Ele é produzido manualmente a partir de uma única peça de madeira, que é talhada com precisão e finalizada com grafismos únicos feitos com pigmentos naturais como o jenipapo.

Seus desenhos não são apenas decorativos: carregam significados, narrativas e saberes ancestrais. Cada banco é singular, refletindo a relação profunda do povo Kayabi com a natureza e com sua própria história.

Marcados por um passado de resistência diante da ocupação de seus territórios, hoje os Kayabi seguem afirmando sua cultura e protagonismo no Parque Indígena do Xingu. O artesanato, nesse contexto, se torna também um importante meio de autonomia, fortalecendo comunidades e mantendo vivas suas tradições.

Saiba mais sobre esse povo e suas obras em nossa loja no Centro Histórico de Paraty ou chame pelo WhatsApp (link na bio) para um atendimento personalizado. Entregamos para todo o Brasil e exterior.

A convite do Studio Tuca, da arquiteta e designer Tuane Costa, a Canoa Arte Indígena navega até a Bienal de Arquitetura ...
23/03/2026

A convite do Studio Tuca, da arquiteta e designer Tuane Costa, a Canoa Arte Indígena navega até a Bienal de Arquitetura Brasileira 2026 para integrar o Projeto Caminho dos Rios – Pará.

Organizado em um loft de 100m² por curvas orgânicas que evocam o fluxo das águas, o ambiente cria um percurso sensorial onde culturas, memórias e saberes se encontram.

Dialogando com a estética do projeto que parte da compreensão de que os rios da Amazônia trazem memórias e conectam saberes profundamente enraizados no cotidiano paraense, a Canoa Arte Indígena apresenta uma seleção especial de obras como extensão dessa narrativa viva. Apresentamos produções dos povos Assurini, Baré, Hupda, Kaiabi, Marubo, Mehinako, Tikuna, Waurá, Werekena, Yanomami e Zoé, além de criações de comunidades ribeirinhas do Rio Tapajós — um conjunto que revela a multiplicidade de expressões, técnicas e modos de vida das florestas. Materiais como madeira, barro, fibras, sementes e pigmentos naturais constroem texturas, formas e superfícies que traduzem a floresta.
Conheça a coleção na BAB.

A arte indígena é resistência e memória. Apoiar o fluxo da arte e do artesanato é apoiar vidas, territórios e saberes ancestrais. É garantir florestas em pé e rios vivos.

📍 Parque Ibirapuera | São Paulo
📅 25 de março a 30 de abril de 2026

Endereço

R. Drive Samuel Costa, 239
Paraty, RJ
23970-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 22:00
Terça-feira 09:00 - 22:00
Quarta-feira 09:00 - 22:00
Quinta-feira 09:00 - 22:00
Sexta-feira 09:00 - 22:00
Sábado 09:00 - 22:00
Domingo 09:00 - 22:00

Telefone

+5524993261951

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