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sr bike e moto sua vida em movimento
09/11/2015

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Boa forma em movimento
07/10/2015

Boa forma em movimento

sr bikes e agora com uma novidade motos :Peças e acessorórios!!!! Sempre boa forma em movimento ,em duas rodas .
30/07/2015

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24/07/2015
01/07/2015

sr bikes vem com novidades ...

As vantagens do freio a discoNão tem jeito: você já deve ter visto por aí cada vez mais bicicletas equipadas com freios ...
06/06/2015

As vantagens do freio a disco
Não tem jeito: você já deve ter visto por aí cada vez mais bicicletas equipadas com freios a disco. E muita gente considera este tipo de freio, bem diferente do freio a cabo tradicional e que chama atenção pelos “discos” no centro da roda, apenas uma moda. A verdade é que freios a disco, principalmente os hidráulicos, são muito eficientes e possuem um tipo de frenagem macia bem distinta. Vamos entender um pouco mais?
Freios tradicionais a cabo
Freios a cabo tradicionais, que equipam a grande maioria das bicicletas, são muito eficientes, proporcionam ótima resposta ao ciclista, segurança e conforto. Exemplos destes freios são o V-Brake, o cantilever e o ferradura. Todos possuem o mesmo princípio de funcionamento:
Durante o pedal, o ciclista aciona o manete de freio, que automaticamente puxa o cabo de aço a ele conectado. O cabo de aço faz os braços do freio (dianteiro: fixado no garfo ou suspensão; traseiro na parte posterior do quadro, atrás do selim) se moverem e comprimirem as sapatas contra o aro da roda. Nesse tipo de freio, portanto, a frenagem na roda (o ponto de atrito e contato da sapata) é no aro, ou seja, a parte externa da circunferência da roda, o que exige determinado esforço do ciclista para fazer a bicicleta parar.
Freios a disco
No sistema de freio a disco hidráulico (vamos utilizar o hidráulico como exemplo), quando o ciclista aciona o manete de freio, é exercida pressão no fluido (óleo mineral Shimano) que está dentro do reservatório do manete, mangueiras do sistema e pinça do freio. O óleo então faz pressão nos pistões localizados na pinça, que por sua vez empurram as pastilhas contra o rotor (disco) do freio produzindo atrito.
Temos duas ações similares: o ciclista pressiona o manete para realizar a frenagem tanto no sistema de freio a cabo quanto no sistema de freio a disco. Entretanto, no caso do freio a disco, a frenagem da roda acontece no centro dela, ou melhor, no cubo. Além disso, a ação do fluido pressionando os pistões possui uma mecânica, resposta e feeling diferente do manete puxando um cabo de aço. O resultado é que a frenagem em um sistema de freio a disco hidráulico é mais “gradual” e suave, porém com enorme potência de frenagem.
Resumindo: o contato das pastilhas do freio hidráulico contra os rotores, por pressão do fluido e a redução de velocidade no centro da roda, resultam em uma frenagem modular, consistente e muito potente, garantindo ótima performance – você controla bem a sua bicicleta e a redução da velocidade em condições difíceis e agressivas de pilotagem com apenas 1 dedo – e sem travar a roda (modulação). Não é preciso fazer tanta força no manete como, por exemplo, em um sistema de freio a cabo.
Freios a disco hidráulicos estão ganhando mais adeptos a cada dia. Os ciclistas, principalmente os mountain bikers, percebem as vantagens para utilização desse sistema em trilhas e condições extremas e a lama não afeta tanto sua eficiência.
Disco ou cabo?
Os freios a cabo, como os citados no início do artigo, são muito eficientes e seguros: muito bons para bicicletas de passeio, deslocamento diário urbano e para lazer. Mas fique certo de que os freios a disco hidráulicos não são apenas um modismo: eles já provaram sua eficiência e perfeita interação com o mundo off road do mountain bike.

22/05/2015

Boa forma em movimento

VENDAS DE BICICLETAS,SERVIÇOS E ACESSÓRIOS

Bicicletas e ciclofaixas estão chegando para ficar?O uso da bicicleta como alternativa para o transporte nas grandes cid...
12/03/2015

Bicicletas e ciclofaixas estão chegando para ficar?
O uso da bicicleta como alternativa para o transporte nas grandes cidades brasileiras está na ordem do dia. As bikes contribuiriam para resolver problemas de mobilidade urbana, por ajudar a retirar carros das ruas e ocupar menos espaço do que eles. Além disso, trata-se de um meio de transporte que não produz poluição, nem do ar, nem sonora. Contudo, ao lado dos inegáveis pontos positivos, há vários problemas em fazer das bicicletas um meio de transporte viável no Brasil: como torná-las seguras em meio ao trânsito caótico e como obrigar os motoristas respeitarem os ciclistas? A implantação de ciclovias, em São Paulo, por exemplo, tem gerado polêmicas. Há também quem argumente que aqui não é a França ou a Holanda, onde o uso da bicicleta como meio de transporte (e não apenas de lazer) é uma realidade. Como você se coloca diante dessa discussão? Acredita que a bicicleta é uma opção viável ou acha que, independentemente de intervenções governamentais, as bikes não deixarão de ser utilizadas somente como meio de esporte e lazer? Leia a seguir algumas informações que podem ajudá-lo a refletir sobre o assunto e discuta-o numa dissertação argumentativa.

A sr bikes parabeniza está cidade maravilhosa! Olinda 480 anos de pura beleza ,uma cidade que nos acolheu com muito amor...
12/03/2015

A sr bikes parabeniza está cidade maravilhosa! Olinda 480 anos de pura beleza ,uma cidade que nos acolheu com muito amor .

Quer ter mais saúde e gastar menos? Veja dicas para ir de bike ao trabalhoAs vantagens de ir de bicicleta para o trabalh...
17/01/2015

Quer ter mais saúde e gastar menos? Veja dicas para ir de bike ao trabalho

As vantagens de ir de bicicleta para o trabalho não são novidade. Além dos benefícios do exercício físico, os gastos são menores do que os de um carro, ou mesmo do transporte coletivo. O medo de chegar desarrumado na empresa e a preguiça, por outro lado, podem inibir quem tem vontade de optar pela bike.
"Até seis quilômetros é a distância perfeita para se percorrer de bicicleta sem problemas. Mais do que isso, precisa de uma preparação um pouco maior, como roupas específicas e bicicletas com marcha. Mas essa distância é subjetiva e pode variar", afirma a cicloativista e consultora de mobilidade Aline Cavalcante.

Para distâncias ainda maiores, é possível combinar o uso da bicicleta com o carro e o transporte público, com bicicletas dobráveis, por exemplo, segundo ela.

Suor ainda é tabu
Desde julho do ano passado, a advogada Tatiana Lowenthal optou pela magrela como meio de transporte para trabalhar. "Vou de duas a três vezes por semana [de bicicleta]. Iria mais vezes, mas em alguns dias tenho compromissos distantes e demoraria muito", conta.
A profissão dela exige aparência impecável e roupas formais. Isso não a impede de pedalar os 12 km do trajeto entre sua casa, na zona Norte de São Paulo, e o escritório na avenida Paulista.
Segundo a advogada, que pedala usando as mesmas roupas com que trabalha, o suor não é desculpa para abandonar a prática. "No escritório não tem chuveiro, mas tenho meu kit de banho seco, com lenço umedecido, borrifador de água para o rosto e perfume sólido. Chego a ficar mais arrumada do que se fosse de carro".
A consultora Aline Cavalcante diz que existe um tabu em relação ao suor. "Na prática, o corpo se adapta ao esforço. Na primeira vez, você sua muito, mas, com o tempo, o corpo se adapta e transpira menos", afirma.

Bike Anjos ajuda quem tem medo
O Bike Anjos é um projeto que reúne voluntários para ensinar pessoas a andar de bicicleta com mais segurança na rua. Em julho, quando começou uma onda de inauguração de novas ciclovias em São Paulo, o projeto registrou aumento de 40% na procura, e 60% no mês seguinte.
A iniciativa é gratuita e está em 200 cidades do Brasil. Em dois anos, cerca de 7.000 pessoas foram atendidas no país. Eles também organizam o dia "De Bike ao Trabalho", evento anual realizado em vários países para promover a opção de transporte. Neste ano, será em 8 de maio.

Dicas para aderir à bike
A consultora Aline Cavalcante e o articulador nacional do projeto Bike Anjos, JP Amaral, dão dicas para quem quer começar a ir de bike ao trabalho. Confira.
1. Preparação: nada de sair antes de estar com a bicicleta revisada. Além da segurança, isso dá mais conforto e reduz o desgaste físico. "Muitos desistem em pouco tempo porque a bicicleta está pesada, mas pode ser falta de manutenção", afirma Amaral;
2. Planejamento: nem sempre o melhor caminho de bicicleta é o mesmo do carro. Opte por vias paralelas, que sejam menos movimentadas, para não ter de andar mais rápido, e que tenham mais árvores, para se proteger do sol. Isso diminui o suor. Teste o trajeto em um final de semana, quando tem mais tempo, e o trânsito está tranquilo;
3. Mecânica: pequenos problemas, como um pneu furado, podem ser comuns. É bom saber pelo menos o básico para consertar, para não ficar na mão. "Não é como carro, que é só ligar para o mecânico para ser socorrido", afirma Aline Cavalcante;
4. Chuveiro: segundo a consultora, é prática comum de ciclistas que não têm chuveiro no trabalho fazerem convênios com academias de ginástica para usar apenas o vestiário;
5. Estacionamento: o mesmo vale para deixar a bicicleta. Se não quiser que fique amarrada na calçada, é possível tentar um acordo com estacionamentos próximos;
6. Sempre visível: se comporte como faria com outro veículo. Fique posicionado no centro da faixa ou, pelo menos, em um terço dela, nunca próximo à guia. Assim, fica-se mais visível aos motoristas e há espaço para desviar, em caso de imprevisto. Andando de noite, use roupas claras e luzes para chamar atenção dos motoristas;
7. Tranquilidade: não corra. Saia com antecedência para não ter pressa e não se atrasar em caso de imprevistos. "Andar de bicicleta não é apenas ir de um ponto a outro. Aprecie a cidade. O caminho sempre tem coisas para serem vistas e exploradas", diz a consultora;
8. Comunicação: sempre comunicar qual é sua intenção no trânsito, seja antes de fazer uma curva, trocar de faixa ou desviar de um buraco.

Acessórios úteis aos ciclistas
• Alforjes: carregar mochilas nas costas faz suar mais. Utilize o alforje, que é uma bolsa que vai presa na bicicleta;
• Pasta: no caso dos homens, as camisas sociais podem ser colocadas em pastas dentro da bolsa, para evitar que amassem;
• Luvas: são uma boa proteção para que as mãos não fiquem sujas;
• Lenços umedecidos: podem ser usados para se limpar em lugares onde não há chuveiro, assim como uma toalha para se secar;
• Kit-remendo: para fazer pequenos reparos na bicicleta, como trocar pneus;
• Trava de segurança: para prender a bike a um poste, Aline Cavalcante recomenda as travas em forma de "U", em vez de correntes. "É mais caro, mas mais seguro";
• Água: além de hidratar, refresca e diminui a intensidade do suor.

Endereço

Avenida Presidente Getúlio Vargas, 290, Loja 03
Olinda, PE
53030-010

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00
Sábado 08:00 - 18:00

Telefone

81-30143192

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