M2M Compras Públicas

M2M Compras Públicas Desenvolvemos tecnologia e metodologia para oferecer ao administrador público uma gestão completa da cadeia de suprimentos.

Nosso principal objetivo é produzir redução de custos através de uma gestão eficiente das compras de bens e serviços.

Quando tratamos do Patrimônio Público estamos lidando com ativos que foram adquiridos através de impostos pagos pelos ci...
08/05/2019

Quando tratamos do Patrimônio Público estamos lidando com ativos que foram adquiridos através de impostos pagos pelos cidadãos, o bem imobilizado, portanto, é de propriedade da sociedade, que dele deve usufruir através da prestação de serviços. Contudo, o que se vê em termos de Patrimônio Público é o descaso, a falta de manutenção e a inexistência de controles que garantam que o bem está lotado onde, de fato, deveria, sendo utilizado com o propósito para o qual foi adquirido. Móveis, utensílios, equipamentos e máquinas possuem um tempo de vida útil e precisam ser depreciados de acordo com regras de mercado para que, não apenas haja uma previsão de sua reposição, o que envolverá custos, como também exista exatidão na prestação de contas no que diz respeito a contabilidade, pois todo ativo deve ser informado aos órgãos de controle como patrimônio útil e em pleno funcionamento. Um dos problemas mais comuns na Gestão do Patrimônio é a falta de um processo que controle o bem em toda sua vida útil, desde sua aquisição, seu contrato de manutenção, seus dados de tombamento, inclusive com fotos, eventuais deslocamentos e transferências, saídas para manutenções, dentre outros. Sem registros formais destes dados, o patrimônio pode ser subtraído de um órgão ou secretaria sem que se perceba, causando comprometimento na execução de serviços e perda para o contribuinte. Nosso sistema de Gestão de Patrimônio é integrado com os módulos de Licitações e Contratos, o que garante rastrear todas as informações que geraram sua aquisição, bem como sua devida lotação e estado de uso. Quer saber mais? A gente pode melhorar, e muito, a gestão do seu município! Nos pergunte: como?

A Gestão Pública de Almoxarifados é tarefa complexa, uma vez que a administração tem que lidar com múltiplos estoques, l...
06/05/2019

A Gestão Pública de Almoxarifados é tarefa complexa, uma vez que a administração tem que lidar com múltiplos estoques, ligados às diversas Secretarias, não raro, todos em lugares diferentes, o que encarece os custos do processo de gestão, pois a logística f**a comprometida tanto na entrega, quanto na distribuição, além, obviamente, da replicação de recursos humanos para realizar as mesmas tarefas. Some-se a isso o fato de que, na ausência de um Sistema Integrado que relacione o recebimento de materiais com aquilo que, de fato, foi licitado e contratado, há um grave comprometimento da entrada adequada dos produtos, gerando casos de não conformidade, prazos extrapolados, quantidades faltosas, dentre outros. A inexistência de controles eletrônicos tende ainda a produzir desvios de mercadorias, compras desproporcionais, uma vez que não há controle do giro dos produtos, com estoque máximo, mínimo e ponto de ressuprimento, além da falta de penalizações contratuais dos Fornecedores que não fizeram a entrega corretamente. Ao final, o custo gerado com processos de compra que não eram necessários, entregas fora das especif**ações, extravio de produtos, duplicidade de pessoal para realizar as mesmas atividades, tempo de atendimento aos demandantes, compromete o resultado da gestão e aumenta, ainda mais, os problemas do caixa, já estrangulado para o provimento eficiente do custeio. Nossa solução de Gestão de Suprimentos permite o controle do Almoxarifado interligado aos módulos de Licitação e Contratos, faz conexão com a Fazenda Estadual para correlacionar a nota eletrônica com a física, além de permitir a consulta pelo requisitante se o material desejado já se encontra estocado, o que evita a criação desnecessária de processos. Quer saber mais? A gente pode melhorar, e muito, a gestão do seu município! Nos pergunte: como?

Há várias formas para se realizar um trabalho, mas ainda que o objetivo final seja atingido, nem sempre ele foi consegui...
02/05/2019

Há várias formas para se realizar um trabalho, mas ainda que o objetivo final seja atingido, nem sempre ele foi conseguido com eficiência. Esse é o cenário em que se encontram as Aquisições de Bens e Serviços Públicos. Para entendermos o que sucede é preciso uma visita breve a história recente do País. Nos últimos 30 anos, o Brasil saiu de um período de hiperinflação, experimentou os efeitos da economia globalizada e teve de lidar com o fato de que parte relevante dos produtos e serviços se comoditizaram. No mercado privado, estes fenômenos foram enfrentados com modernização tecnológica – sistemas de procurement, novos modelos de negócio – outsourcing de categorias de compras, projetos de estratégia de abastecimento – adequando os contratos aos novos cenários e o planejamento estratégico – que visou analisar o custo total da cadeia. Na área governamental, todavia, não houve essa evolução, Estados e Municípios ainda fazem suas compras utilizando métodos e práticas que estão defasados em, ao menos, 3 décadas. O resultado desta inadequação se traduz num alto grau de ineficiência nos processos da Cadeia de Suprimentos, ou seja, na falta de sistemas informatizados, mercado com baixa competição entre fornecedores, estoques mal dimensionados, alto custo dos processos, licitações desestruturadas, catálogos de itens e serviços obsoletos e licitações fracassadas. Some-se a isso questões críticas que envolvem os órgãos de controle, como a falta de transparência e a baixa adoção de normas e padrões éticos (Compliance). Desta forma, f**a claro que é possível fazer certo sem fazer o melhor, nem sempre cumprir uma tarefa é sinal de que ela foi feita da forma mais eficiente possível. Quer saber mais? A gente pode melhorar, e muito, a gestão de seu município! Nos pergunte: como?

29/04/2019

A Licitação Pública é a principal etapa no processo de Aquisição de Bens e Serviços, não obstante isso, a esmagadora maioria dos Municípios brasileiros não possuem ferramentas eletrônicas para gerenciar seus processos, o que elevaria a eficiência nas compras do custeio da máquina. Só para se ter uma ideia, análise recente do Aberdeen Group, o maior instituto de pesquisa na área de Suprimentos no mundo, revelou que apenas o fato de se realizar um processo eletrônico, com o aumento de competidores, é suficiente para reduzir os valores de aquisição em média em 5%. Além disso, para se obter sucesso, é fundamental que, na fase interna, a Licitação tenha sido bem preparada e isso implica uma pesquisa de mercado eficiente, sem coletar preços “viciados” entre os fornecedores, e também a confecção de um edital robusto, que impeça que o processo seja retardado com recursos, ou pior, que os itens a serem adquiridos fracassem pela má especif**ação do objeto. Desta forma, é imprescindível a adoção de um Sistema Integrado de Suprimentos que tenha, no Módulo de Licitações, opções de banco de preços, biblioteca de Termos de Referência, além de robusta ferramenta para realizar cotações com o mercado. Nosso sistema tem todas as modalidades licitatórias disponíveis para utilização, conforme a Lei 8.666, além dos demais módulos para o controle ef**az do processo. Quer saber mais? A gente pode melhorar, e muito, a gestão de seu município! Nos pergunte: como?

Multas contratuais não cobradas chegam a representar de 4% a 6% dos valores das aquisições de bens e serviços. Como sabe...
25/04/2019

Multas contratuais não cobradas chegam a representar de 4% a 6% dos valores das aquisições de bens e serviços. Como sabemos, a falta de controles sobre a execução de contratos gera uma cadeia de ineficiência na gestão pública comprometendo o andamento de projetos, a finalização de obras, o atendimento de necessidades urgentes e a prestação continuada de serviços, o que desemboca na geração de um déficit no nível da qualidade. A falta de ferramentas eletrônicas para monitorar a execução físico-financeira de serviços, por exemplo, produz um comprometimento do caixa, uma vez que pagamentos são liberados sem a devida medição e consequente aprovação. De fato, sem controles que garantam a avaliação dos Fornecedores, é comum ter-se que lidar com entregas de produtos fora da conformidade, prazos vencidos e até mesmo quantidades não condizentes com a programação de entrega, pois a falta de gestão privilegia as más práticas e os vícios empresariais. Nossa solução de Gestão de Contratos, totalmente integrada com as Compras e com o Almoxarifado, possibilita ao Gestor Público o perfeito controle sobre os bens e serviços licitados, a destinação dos mesmos, as cláusulas e especificidades contratuais, as datas e valores de liquidação, com vistas a maximizar os benefícios de toda Gestão de Suprimentos. Quer saber mais? A gente pode melhorar, e muito, a gestão de seu município! Nos pergunte como?

Se puder, me ajude a compartilhar! CM
25/04/2019

Se puder, me ajude a compartilhar! CM

Você sabia que 80% das cidades brasileiras situam-se na faixa de 20 a 50 mil habitantes, ou seja, cerca de 4.650 municípios. Desses, 100% possuem algum sistema tributário para gerir a arrecadação, mas apenas 6% possuem um sistema para controlar as despesas de custeio, que fazem parte da Cadeia de Suprimentos. A Gestão de Suprimentos engloba os processos de compras, licitação, contratos, almoxarifado e patrimônio, cobre, portanto, o clico completo da aquisição de bens e serviços públicos. Estamos falando, em média, de 35% a 40% dos gastos de uma Prefeitura, é a segunda maior despesa, f**ando apenas atrás da folha de pagamento. A falta de controles nestas atividades gera uma enormidade de problemas, desde a falta de transparência nos gastos, passando pela má elaboração de editais, o que desemboca em licitações fracassadas, especif**ação inadequada dos produtos, pela falta de um catálogo de materiais com padronização, multas contratuais não cobradas, bens entregues fora da especif**ação, almoxarifado sujeito a desvios, uma vez que não existem controles de entrada, saída e giro, além do desaparecimento de móveis, utensílios e equipamentos imobilizados, pois não há o registro eletrônico do tombamento e designação dos mesmos. Toda essa ineficiência se traduz, objetivamente, na falta de capacidade de investimento que as Prefeituras enfrentam, pois, se não há, no cenário atual, como aumentar as receitas, a única forma de haver sobra no caixa é diminuir as despesas. Quer saber mais? A gente pode melhorar e muito a gestão de seu município! Nos pergunte como?

Você sabia que 80% das cidades brasileiras situam-se na faixa de 20 a 50 mil habitantes, ou seja, cerca de 4.650 municíp...
25/04/2019

Você sabia que 80% das cidades brasileiras situam-se na faixa de 20 a 50 mil habitantes, ou seja, cerca de 4.650 municípios. Desses, 100% possuem algum sistema tributário para gerir a arrecadação, mas apenas 6% possuem um sistema para controlar as despesas de custeio, que fazem parte da Cadeia de Suprimentos. A Gestão de Suprimentos engloba os processos de compras, licitação, contratos, almoxarifado e patrimônio, cobre, portanto, o clico completo da aquisição de bens e serviços públicos. Estamos falando, em média, de 35% a 40% dos gastos de uma Prefeitura, é a segunda maior despesa, f**ando apenas atrás da folha de pagamento. A falta de controles nestas atividades gera uma enormidade de problemas, desde a falta de transparência nos gastos, passando pela má elaboração de editais, o que desemboca em licitações fracassadas, especif**ação inadequada dos produtos, pela falta de um catálogo de materiais com padronização, multas contratuais não cobradas, bens entregues fora da especif**ação, almoxarifado sujeito a desvios, uma vez que não existem controles de entrada, saída e giro, além do desaparecimento de móveis, utensílios e equipamentos imobilizados, pois não há o registro eletrônico do tombamento e designação dos mesmos. Toda essa ineficiência se traduz, objetivamente, na falta de capacidade de investimento que as Prefeituras enfrentam, pois, se não há, no cenário atual, como aumentar as receitas, a única forma de haver sobra no caixa é diminuir as despesas. Quer saber mais? A gente pode melhorar e muito a gestão de seu município! Nos pergunte como?

Pesquisa do Instituo Negócios Públicos de 2014 apontou que uma licitação governamental no Brasil, em média, custa R$ 12....
17/04/2019

Pesquisa do Instituo Negócios Públicos de 2014 apontou que uma licitação governamental no Brasil, em média, custa R$ 12.849, valor necessários para realizar os procedimentos das fases interna e externa. Ora, levando-se em consideração que uma compra direta pode custar até R$ 17.600,00, o que se verif**a é que o custo de aquisição é quase o mesmo do custo do processo, algo impensável do ponto de vista da administração que busca controle e eficiente. É notório que Municípios e Estados estão estrangulados em sua capacidade de investimento e gestão. A matriz de captação de recursos está esgotada, os repasses estão escassos e as despesas do custeio amarradas a Leis que determinam percentuais fixos de gastos, o que deixa uma margem praticamente nula para investimentos. Diante deste cenário, analisando toda a cadeia de suprimentos do setor público – compras, licitação, contratos, almoxarifado e patrimônio – criamos o Programa de Eficiência nas Compras Públicas, composto de serviços de consultoria, para realinhamento dos processos, e de uma plataforma composta por 3 sistemas, que interligam funções operacionais, táticas e executivas. Quer saber mais? A gente pode, de fato, melhorar a gestão da sua Entidade Governamental. Nos pergunte como?

O Brasil vive nos Municípios e 80% deles, segundo o IBGE, possuem população entre 20 e 50 mil habitantes. Nesse contexto...
16/04/2019

O Brasil vive nos Municípios e 80% deles, segundo o IBGE, possuem população entre 20 e 50 mil habitantes. Nesse contexto, cerca de 35% de tudo o que é arrecadado, inclusive os repasses Estaduais e Federais, é aplicado no custeio da máquina pública, aquisições de bens e serviços demandados pelas diversas Secretarias. Comprar, portanto, é um insumo estratégico na gestão, mas o pequeno Município não tem poder de negociação frente aos grandes fabricantes, f**ando cativo de um mercado extremamente limitado. Além disso, falta-lhe tecnologia para operar sistemas que viabilizem o controle de toda a Cadeia de Suprimentos, o que reduzirá os custos em até 60%. A Compra através dos Consórcios Públicos é a melhor alternativa para Estados e Municípios, uma vez que, com a geração de volumes nas diversas categorias, a capacidade de negociação aumenta signif**ativamente, além da sinergia que é gerada entre os processos. Quer saber mais? A gente pode, de fato, melhorar a gestão do seu Município! Nos pergunte como?

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Olinda, PE
53110610

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