Confraria da Luz

Confraria da Luz A Confraria da Luz é um espaço destinado as ciências humanas e a cultura, buscando aproximar a juventude da maior riqueza contemporânea, o conhecimento.

E assim resistem as sobras do imperialismo...
23/04/2014

E assim resistem as sobras do imperialismo...

22/04/2014

Caros confrades,

"O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano".

(Isaac Newton)

21/04/2014

A obra Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles, foi publicada em 1953, e escrito na década de 1940 quando sua autora, então jornalista, chegou a Ouro Preto, com a finalidade de documentar os eventos de uma Semana Santa. Assim, envolvida pela “voz irreprimível dos fantasmas”, conforme
dissera, passou a reescrever, de forma poética, os episódios marcantes da Inconfidência Mineira, destacando, evidentemente, o martírio de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, personagem principal da obra.

No Romanceiro, o elemento histórico é bastante forte. Contudo, o que a autora tenta recuperar não são os fatos históricos em si, mas o ambiente e as sensações envolvidas na revolta. Assim, cada elemento histórico adquire um valor simbólico: a busca do ouro representa a ambição e a cobiça, a conspiração esconde a esperança e o fracasso, as prisões dos envolvidos são focalizadas como situações de medo, o degredo é visto como momento de perda e saudade, e as punições finais mostram todo o desengano da derrota política.

ATENÇÃO!!!Mentes trabalhando =P
18/04/2014

ATENÇÃO!!!

Mentes trabalhando =P

18/04/2014

Morena de Angola, pode ser vista por dois ângulos. O primeiro seria a animalização da escrava, simbolizado pelo chocalho e, ao mesmo tempo, a coisificação, através da exploração sexual. Numa segunda interpretação, apesar da escravidão, é uma alegoria sobre a contribuição afro na formação étnica e cultural do Brasil. Elementos como a sensualidade, o uso de adereços, o gosto pela música e pela dança, são perceptíveis na canção.

- Internacionalização da Amazônia -Durante debate ocorrido no mês de Novembro/2000, em uma Universidade, nos Estados Uni...
18/04/2014

- Internacionalização da Amazônia -

Durante debate ocorrido no mês de Novembro/2000, em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal, (PT), foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um e não de um brasileiro. Segundo Cristovam, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para a sua resposta:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado

Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou
de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.

Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveriam pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.

Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa."

(*) Cristóvam Buarque foi governador do Distrito Federal (PT) e reitor da Universidade de Brasília (UnB), nos anos 90, ocupou a pasta de Ministro da Educação nos primeiros anos do governo Lula. É palestrante, humanista e senador da república (PDT), respeitado mundialmente.

16/04/2014

"O DIABO É MUITO OTIMISTA SE ACHA QUE AINDA PODE PIORAR OS HOMENS." (OSCAR WILDE)

16/04/2014

Últimas senhas para a aula e a peça "Morte e Vida Severina", dia 14.05.2014, No Teatro Alberto Maranhão, as 18h30min. A aula terá a participação dos professores Adailton Figueiredo e Breno Câmara, trabalhando História, professor Claudinho, Geografia e Professor Reinaldo, trabalhando Sociologia.IMPERDÍVEL!

16/04/2014

Mera Ficção Política.
As ratazanas já se refestelam com as migalhas que caem dos banquetes dos gatunos. Fartam-se, ambos, outrora aparentes inimigos, com as iguarias que somente as mesas palacianas são contempladas; sofisticados pratos e finos licores encantam os mais exigentes paladares. Sorrisos enfeitam rostos que mais parecem molduras do cinismo. Elogios rasgados são alardeados a cada conviva chegado: o desfile da hipocrisia sempre encontra passarela adequada nos tapetes do poder. Abraços e apertos de mãos selam a imolação da verdade. O Jingle tantas vezes repetido nas ruas é a trilha da traição e sufoca as vozes que vem dos subúrbios doentes, das vielas inseguras e dos barracos mendicantes. O egoísmo desses parasitas sociais não lhes permite a decência da sensibilidade. Tramóias políticas são arquitetadas com requintes que deixariam os escritos de Nicolau Maquiavel, em “O Príncipe”, como exemplo de lisura. Dá medo.

Essa opereta dos horrores se repete ao fim de cada campanha política, nestas terras de xavantes, tupinambás, potiguares e outros índios. Os linchadores da verdade e vendilhões de promessas já desarmaram suas tendas e, agora, contabilizam seus dividendos e distribuem os últimos vinténs aos garotos de programas eleitoreiros. As promessas mirabolantes ou não vão para as prateleiras do esquecimento e um batalhão de serviçais da indecência se prostram vilmente em homenagem aos descuidistas de sonhos alheios à cata, certamente, de uma promoção que lhes garantam tetas mais fartas nos currais da burocracia; rábulas - carrascos da justiça - , engenheiros dos subterrâneos da moral, urbanistas maquiadores do caos, mercenários da saúde pública, disfarçados na limpidez dos jalecos e mestres na arte do estelionato rastejam pelas pocilgas dos conchavos, tentando se saciarem das sobras dos coxos. Na verdade, nos monturos dos desgovernos se encontra de tudo e nada se presta à nobreza da reciclagem; tudo está podre na circunvizinhança do fétido poder. Dá náusea.

O Estado, que no pensar de teóricos como, por exemplo, Rousseau ou Montesquieu, deveria ser o guardião dos interesses coletivos, tornou-se, em determinados momentos, espólio para aventureiros. Vilipendiado, serve a quase todos, exceto ao bobo da corte, neste caso, o cidadão. O contribuinte, na maioria das vezes, exigido à exaustão, sente-se sangrado em seus parcos ganhos; quase comatoso, não vê como estancar tamanha hemorragia; pior; não sabe quem pode socorrê-lo. Vê-se à mingua, no desespero dos inocentes condenados já no patíbulo. Todavia, conclui o pagador de impostos, cada qual, mesmo os puros, tem seu cadafalso e se conforma. Dá pena.

E segue-se, nas altas rodas, a partilha de cargos e bens. Ávidos por poder balconistas e fregueses sem honra repartem as vestes do erário público e prostituem os restos dos frangalhos de seus nomes já atolados na lama da história. Compradores e vendedores emporcalham-se no mesmo charco num espetáculo deprimente para uma platéia que assiste a tudo inerte. Parece que o cidadão perdeu a capacidade de se indignar e se deixou dominar pela canga da desprezível subserviência. Dá nojo!

Ainda bem que isso não ocorre entre nós. Todavia, ficção tem lá suas profecias e algumas se cumprem. Portanto, cuidado cidadãos. Só em pensar, dá arrepios!
Adailton Figueiredo.

13/04/2014

Conselho: “Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo.” (Eça de Queiróz)

13/04/2014

"TODO HOMEM TEM DENTRO DE SI UM VAZIO DO TAMANHO DE DEUS." (SANTO AGOSTINHO)

13/04/2014

a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz. (platão)

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Natal, RN
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