01/04/2022
É até compreensível que o vinho, tamanha sua importância histórica, carregue consigo muitas lendas e teorias descabidas.
Mas nosso papel, enquanto Wine Lovers, é desmistificar e corrigir a perpetuação dos erros. Preparado(a)? Mãos à obra!
“O vinho rosé é feito com sobra de tintos”
Mentira! Muita qualidade está dentro da fabricação dos rosés, e não tem nada de sobra de uva ou vinho! Eles podem ser elaborados de diversas formas.
“Espumante e champanhe são a mesma coisa”
Erro clássico! Não se pode chamar qualquer espumante de champanhe, por um motivo muito simples: apenas os espumantes produzidos na região francesa de Champagne podem levar esse nome, que é protegido inclusive legalmente. Assim, é correto dizer que todo champanhe é um espumante, mas nem todo espumante é um champanhe.
“Para o vinho ser bom, ele precisa ser caro!”
Ai, meu bolso! Como assim? Eis uma mentira das grandes! O valor de uma garrafa de vinho depende de uma série de fatores, como safra e produção.
“Um vinho ácido é um vinho azedo”
Errado! Ácido não é sinônimo para azedo. E mais: a acidez é importante para o conjunto e a estrutura do vinho, porque indica seu frescor. A acidez é notada pela saliva formada na boca. Quanto mais o vinho faz salivar, mais ácido ele é.
“Vinho doce é feito com açúcar”
Outra mentira. Nenhum vinho leva adição de açúcar. Mas de onde vem o dulçor sentido no paladar? Da própria uva. Trata-se do açúcar residual, aquele que não foi transformado em álcool durante o processo de fermentação.
Se você é fã de vinhos e adora combiná-los com gastronomia, compatilhe com mais pessoas!
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