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Vide Editorial A Vide Editorial promove a publicação de livros de grande valor cultural, buscando obras que preen
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A VIDE Editorial promove a publicação de livros de grande valor cultural, buscando obras que preencham espaços importantes no mercado editorial do Brasil. No final de 2009 publicamos o primeiro livro da coleção História & Pensamento e a partir de então dezenas de livros de autores como: Olavo de Carvalho, Pascal Bernardin, Peter Kreeft, Flavio Quintela, Antonio Paim, Ricardo Vélez Rodriguez, Martim Vasques da Cunha, Andrew Lobaczewski, Frederick Hayek, Ludwig von Mises, Michael O´Brien, etc.

Enquanto seus livros esgotavam em dias e suas crônicas eram lidas nos maiores jornais do Brasil, Gustavo Corção escrevia...
05/06/2026

Enquanto seus livros esgotavam em dias e suas crônicas eram lidas nos maiores jornais do Brasil, Gustavo Corção escrevia sobre algo que todo mundo vivia mas poucos tinham coragem de nomear: o colapso silencioso da família.

Claro escuro, publicado em 1958, não é um livro de lamentos. É um diagnóstico. Corção olhava para o cotidiano familiar com a precisão de quem formou sua inteligência na engenharia e sua alma na fé católica, e o que via não o deixava em paz.

Décadas depois, as crônicas continuam atuais. Não porque nada mudou, mas porque o problema que ele identificou ficou maior.

Conhecer Corção é descobrir que o Brasil já teve um escritor católico à altura dos melhores do século XX — e que o esqueceu sem motivo honesto.

👇 Você já leu algum livro do Corção? Comente abaixo!

03/06/2026

Por que um dos maiores intelectuais católicos do Brasil é hoje quase desconhecido?

Simples: ele não cedeu. Enquanto a maré progressista varria parte da Igreja, Gustavo Corção ficou onde estava e pagou o preço com o ostracismo.

Engenheiro, convertido, escritor de best-sellers numa época em que livros católicos esgotavam em dias. Tudo isso apagado por não dizer amém para quem não devia.

Gustavo Corção escreveu crônicas, ensaios, memórias. Ficção, uma única vez. Lições de abismo é esse livro, e talvez ele ...
01/06/2026

Gustavo Corção escreveu crônicas, ensaios, memórias. Ficção, uma única vez. Lições de abismo é esse livro, e talvez ele tenha precisado de um personagem para dizer certas coisas.

O personagem é José Maria, professor de filosofia que descobre estar à beira da morte. Mas quem conhece Corção reconhece a voz: o romance é quase uma versão ficcional da própria conversão do autor, que chegou à fé já homem feito, aos quarenta e um anos.
O que a morte faz com José Maria é obrigá-lo a olhar para cima. É um livro curto sobre uma coisa enorme, e quem o termina dificilmente volta a pensar na própria morte da mesma forma.

Lições de abismo, de Gustavo Corção. Vide Editorial.

30/05/2026

Há uma pergunta que quase ninguém faz: por que roubar o governo é tratado como um crime menor do que roubar uma pessoa?

Rothbard parte daí. Se o Estado fosse mesmo o representante de todos nós, lesá-lo seria lesar a coletividade inteira, o pior dos roubos. Mas a intuição popular diz o contrário. No fundo, as pessoas sentem que o governo é uma entidade à parte, separada delas, e que tirar dele não é o mesmo que tirar de um vizinho.

Essa intuição, segundo Rothbard, está mais perto da verdade do que todo o discurso oficial sobre o "bem comum". O Estado não nasce de um contrato entre cidadãos que decidem viver juntos. Nasce da conquista, e se mantém pela mesma lógica de quem chegou tomando: organiza a predação, dá a ela um nome respeitável e contrata intelectuais para explicar que aquilo é inevitável, sábio e justo.

O livro é curto, mas desmonta peça por peça a ideia de que o poder estatal trabalha para você. Depois de lê-lo, f**a difícil escutar "nós somos o governo" sem perceber o truque que mora nessa frase.

Estamos nos últimos dias do Black Maio. É a hora de levar Anatomia do Estado pelo melhor preço do ano, antes que a promoção acabe.

Anatomia do Estado, de Murray N. Rothbard. Tradução de Matheus Pacini. Vide Editorial.

Existe um problema com a maioria das introduções à filosofia: ou simplif**am tanto que deformam, ou são tão densas que a...
28/05/2026

Existe um problema com a maioria das introduções à filosofia: ou simplif**am tanto que deformam, ou são tão densas que afastam quem está começando.

Copleston resolveu isso. Escreveu para iniciantes sem trair os especialistas. Cada filósofo aparece situado no seu tempo, nas suas influências, nos problemas que tentava resolver, e o leitor acompanha o pensamento se formando em vez de receber um resumo pronto.

É por isso que, mais de meio século depois de escritos, esses cinco volumes continuam sendo a porta de entrada mais confiável à filosofia ocidental em língua inglesa. Agora em português, pela Vide Editorial.

O link está na bio.

A reação mais reveladora do episódio entre Savani Shakti e a vereadora  não foi a frase. Foi a risada.Quando Campopiano ...
26/05/2026

A reação mais reveladora do episódio entre Savani Shakti e a vereadora não foi a frase. Foi a risada.

Quando Campopiano demonstrou indignação, Savani não pediu desculpas. Não recuou. Riu e continuou elogiando a aparência da vereadora, como se o comentário sexual explícito fosse um gesto de carinho que a outra simplesmente não soube receber.

Esse detalhe é o que separa um caso de assédio comum de um sintoma civilizacional. Savani não agiu com malícia calculada. Agiu com a naturalidade de quem foi formada num ambiente em que falar do corpo alheio em termos se***is é linguagem corrente, e que qualquer desconforto diante disso é sinal de atraso moral.

Essa formação tem nome, tem história e tem autores. Wilhelm Reich a teorizou nos anos 1930. Kate Millett a converteu em programa feminista nos anos 1960. Kinsey a revestiu de legitimidade científ**a com dados que Judith Reisman provou serem fraudulentos. Marcuse a racionalizou filosof**amente. E a indústria cultural a normalizou ao ponto de uma mulher achar perfeitamente aceitável dizer a outra, ao vivo, que a chuparia toda, e estranhar que a outra não tenha gostado.

Campopiano perguntou nas redes: imagina se fosse um homem? A pergunta é pertinente. Mas há outra mais profunda: como chegamos ao ponto em que uma geração inteira perdeu a capacidade de distinguir entre desejo e agressão, entre elogio e invasão, entre liberdade e ausência total de limites?

Os livros que respondem essa pergunta estão publicados pela Vide Editorial. O link está na bio.

22/05/2026

Toda civilização que durou deixou uma tradição intelectual contínua. O Brasil teve pensadores à altura dessa missão: Mário Ferreira dos Santos, Carpeaux, Miguel Reale, Gilberto Freyre.

Nenhum foi continuado. A cada geração, o Brasil recomeça do zero.

Olavo investigou esse fracasso em O Futuro do Pensamento Brasileiro. Trinta anos depois da primeira edição, a pergunta central do livro continua sem resposta.

A quinta edição em capa dura, com card e marca-páginas exclusivos, está disponível com desconto no Black Maio da Vide Editorial. O link está na bio.

Democracia é o regime em que o povo decide.Mas no Brasil, quando o povo decide errado, vota no candidato errado, torce p...
20/05/2026

Democracia é o regime em que o povo decide.

Mas no Brasil, quando o povo decide errado, vota no candidato errado, torce pelo jogador errado, a esquerda tem sempre uma explicação pronta: manipulação, fake news, inconsciência.

O povo só é soberano quando concorda com o PT.

Quando discorda, precisa ser reeducado.

Você chama isso de democracia?

O Futuro do Pensamento Brasileiro chega à sua quinta edição com uma força que o tempo só ampliou. Publicado originalment...
18/05/2026

O Futuro do Pensamento Brasileiro chega à sua quinta edição com uma força que o tempo só ampliou. Publicado originalmente em 1994, o livro reúne ensaios e conferências de Olavo de Carvalho sobre um problema que ele considerava mais urgente do que qualquer debate político: a sobrevivência da cultura brasileira como cultura.

O ponto de partida é uma distinção que poucos fazem. As nações não duram por causa de constituições ou governos. Duram pela força de um núcleo de ideias, formas e símbolos que constituem a essência da herança cultural: a língua, a religião e as grandes criações da imaginação e da inteligência. Quem quer saber o futuro do Brasil precisa olhar menos para o Brasil-Estado e mais para a unidade cultural, espiritual e psicológica que o sustenta.

O diagnóstico que Olavo traça é severo e documentado: uma cultura egocêntrica, incapaz de produzir pensamento com ressonância histórica duradoura, cujos intelectuais raramente olham para o futuro para tentar averiguar como será — apenas para dizer como gostariam que fosse.

Na nota de abertura desta quinta edição, Olavo escreveu o que talvez seja o parágrafo mais sombrio de toda a sua obra: se tivesse de modif**ar alguma coisa no livro, colocaria seu título no condicional. Não é garantido que a cultura brasileira tenha algum futuro.

Trinta anos depois da primeira edição, essa advertência não perdeu nada da sua precisão.

O Futuro do Pensamento Brasileiro está disponível com desconto no Black Maio — Mês das Fundações da Vide Editorial.

O link está na bio.

Alexandra Kollontai não escondeu o projeto. Escreveu com todas as letras: as mulheres deveriam buscar sustento não na pe...
15/05/2026

Alexandra Kollontai não escondeu o projeto. Escreveu com todas as letras: as mulheres deveriam buscar sustento não na pessoa do homem, mas na pessoa do Estado.

O que se apresentava como libertação era, na prática, a substituição de uma dependência por outra, com a diferença de que o Estado, ao contrário do marido, não ama, não cede, não negocia e não vai embora. Ele simplesmente governa.

Não foi um desvio do feminismo. Foi sua conclusão lógica. A aliança entre o movimento feminista e o marxismo não foi acidental, foi estrutural. Ambos precisavam da mesma coisa: enfraquecer a família para fortalecer o Estado.

Ana Caroline Campagnolo documenta esse percurso em Feminismo: Perversão e Subversão, com fontes primárias e sem concessões.

Aproveite os valores reduzidos na Black Maio - Mês das Fundações.

Disponível pela Vide Editorial. O link está na bio.

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