17/12/2015
A Loja Apimentada escolheu o tema Fitinha do Bonfim para o Natal e Fim de Ano pensando em nossas clientes... Queremos desejar a cada uma de vocês que nos prestigiaram o ano todo, um pouquinho de tudo o que é bom!!! E não deixem de adquirir a Calcinha da Sorte que veio da 2RIOS, vocês vão adorar!!! As cores são vermelha para quem busca paixão e amarela para quem quer muito dinheiro no bolso. O cós é em renda e a estampa, claro... É da Fitinha do Bonfim!!!!!!!! VEM!!!!!
Comércio Local do Condomínio Solar de Brasília II
Jardim Botânico
Brasília DF
A HISTÓRIA DA FITINHA DO BONFIM
A Fitinha do Bonfim foi criada em 1809, tendo desaparecido no início da década de 1950. Conhecida como medida do Bonfim, o seu nome devia-se ao fato de que media exatos 47 centímetros de comprimento, a medida do braço direito da estátua de Jesus Cristo, Senhor do Bonfim, postada no altar-mor da igreja mais famosa da Bahia. A imagem foi esculpida em Setúbal, em Portugal, no século XVIII. A “medida” era confeccionada em seda, com o desenho e o nome do santo bordados à mão e o acabamento feito em tinta dourada ou prateada. Era usada no pescoço como um colar, no qual se penduravam medalhas e santinhos, funcionando como uma moeda de troca: ao pagar uma promessa, o fiel carregava uma foto ou uma pequena escultura de cera representando a parte do corpo curada com o auxílio do santo. Como lembrança, adquiria uma dessas fitas, simbolizando a própria igreja.
Não se sabe quando a transição para a atual fita, de pulso, ocorreu, sendo fato que em meados da década de 1960 a nova fita já era comercializada nas ruas de Salvador, quando foi adotada pelos hippies baianos como parte de sua indumentária.
Confeccionada em tecido comum, pode ser amarrada no pulso ou mesmo no tornozelo, dependendo do gosto da pessoa.
Seu uso, porém, carrega um significado, supersticioso e folclórico: o usuário, ao amarrá-la, deve dar 3 nós, fazendo então 3 desejos, ou pedidos, ao Senhor do Bonfim. Esses pedidos serão satisfeitos quando o tecido se desgastar e romper.
Reza a tradição que a fita não pode ser retirada, mesmo tendo se desgastado ao longo do tempo: ela deve cair espontaneamente e, quando tal ocorre, é porque os desejos ou pedidos serão atendidos.