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Fake news: o que é e como ela pode impactar em uma estratégia de marketingNunca teve tanta informação disponível no mund...
13/12/2019

Fake news: o que é e como ela pode impactar em uma estratégia de marketing

Nunca teve tanta informação disponível no mundo, mas também nunca houve tanta desinformação. Uma constante no mundo digital, as fake news tornaram-se parte do mar de conteúdos compartilháveis e usuários ávidos por disseminar ideias que muitas vezes não têm fundamentos e são para lá de absurdas. Essas notícias falsas foram propagadas incansavelmente nas redes sociais. […]

Nunca teve tanta informação disponível no mundo, mas também nunca houve tanta desinformação. Uma constante no mundo digital, as fake news tornaram-se parte do mar de conteúdos compartilháveis e usuários ávidos por disseminar ideias que muitas vezes não têm fundamentos e são para lá de absurdas.

Essas notícias falsas foram propagadas incansavelmente nas redes sociais. Essa situação, obviamente, pode trazer inúmeros impactos negativos para pessoas e marcas.

Neste texto, vamos falar do conceito de fake news e seus desdobramentos. Explicaremos quais os tipos e ressaltaremos quais são os impactos em uma estratégia de Marketing Digital e como evitar que uma empresa propague uma notícia falsa. Acompanhe!

A fake news e seus impactos negativos
O termo fake news está associado a notícias falsas ou imprecisas, que são disseminadas nos mais diversos meios de comunicação, principalmente na internet e nas redes sociais. Infelizmente, porém, não é algo dos dias atuais.

Boatos e desinformações já fazem parte da sociedade antes da web invadir nossas vidas. Com a tecnologia, as notícias falsas apenas ampliaram seus alcances e passaram a fazer parte do dia a dia das pessoas, sobretudo em mídias como o Facebook.

Marketing no Facebook

Tudo acontece em uma velocidade tão rápida que, em muitas situações, basta apenas uma manchete chamativa para a informação ser compartilhada e, não raro, viralizar, atingindo milhares e até milhões de pessoas.

É verdade que muitas são absurdas e identif**adas com certa facilidade, mas existem as fake news mais sutis e são essas que geram mais compartilhamento e convencem mais os usuários. Notícias falsas podem gerar incontáveis situações desagradáveis, incluindo questões graves de cunho profissional, pessoal ou social.

Tipos de fake news
Você sabe como identif**ar uma fake news? A seguir, listamos 5 tipos de notícias falsas, de forma que você fique mais atento. Acompanhe!

Notícias mentirosas
Em muitas situações, notícias verídicas são utilizadas fora de contexto, de forma a manipular a opinião das pessoas. Nesse caso, a fake news acontece a partir de fatos reais que são escolhidos cuidadosamente para transmitir ideias diferentes daquelas do que de fato são para o público.

Paródia ou sátira
Meios de comunicação como o Sensacionalista criam e publicam fake news com muita criatividade e humor, a fim de satirizar a mídia. Nesses casos, é preciso ter muito cuidado com a interpretação das notícias falas, pois o formato compartilhado fora do contexto da paródia pode causar diversos problemas.

Conteúdo generalista ou desleixado
Em geral, tratam-se de materiais criados de forma básica ou simplista, muitas vezes com inspiração em fontes pouco ou nada precisas, que acabam sendo enquadrados na categoria das notícias falsas.

Notícias mentirosas que não têm fatos como base, mas apoiam uma narrativa constante
Nesse caso, tratam-se de notícias que não contam com uma base estabelecida para a verdade. Dessa forma, em inúmeras situações, opiniões ou ideologias se chocam, o que faz com que preconceitos inconscientes entrem em cena. Exemplos disso são as teorias da conspiração, como “Michael Jackson está vivo” ou “Avril Lavigne morreu e quem está em seu lugar é, na verdade, uma sósia”.

Intencionalmente enganoso
Esse tipo de notícia é fabricada de forma deliberada para obter vantagens por meio do número de cliques, gerando descontentamento ou propagandas sensacionalistas. Essas histórias têm a tendência de serem propagadas por meio de páginas de notícias fakes e rapidamente são disseminas em mídias como Facebook e Whatsapp.

Como as fake news afetam uma estratégia de Marketing Digital
Com as fake news, as crises de confiança são ampliadas e, dessa forma, a sua estratégia de marketing digital pode ser afetada por causa da internet, que é o principal canal de consumo de notícias no Brasil e em diversas outras partes do mundo.

De acordo com o relatório sobre notícias digitais do Instituto Reuters, nosso país figura no topo do ranking em relação ao uso das redes sociais como meios de consumir notícias. O estudo também indica uma relação entre consumo de conteúdo e as fake news.

Dos brasileiros consultados pela pesquisa, 85% afirmam que têm preocupação com a confiabilidade das notícias que encontram na web — um dado que está acima muito acima da média geral, que é de 54%.

Esses números signif**am que cada vez mais consumidores estão consumindo notícias e conteúdos do universo do Marketing Digital com uma certa desconfiança inicial. Dessa forma, em primeiro momento, é cada vez mais desafiador ganhar a confiança do público.

Nesse sentido, para que a sua estratégia de Marketing Digital não seja atrapalhada pelas notícias falsas, é indispensável que você realize um trabalho de produção de um conteúdo que seja realmente relevante e valioso para a sua persona.

Em outras palavras, esse conteúdo deve estar genuinamente alinhadas com as necessidades e desejos dos seus potenciais consumidores.

Lembre-se de que conteúdos diretamente voltados para a venda dos seus produtos e serviços podem ser associados a uma intenção de manipulação, e a sua audiência está muito atenta a isso. Por isso, é muito importante que você evite dar margem para dar a entender que o seu conteúdo é duvidoso.

Dessa forma, mostraremos ideias para você criar um conteúdo consistente, sem cair em situações de fake news.

Como evitar a propagação de notícias falsas
A melhor forma de trabalhar um conteúdo legítimo, que evita que você propague uma possível fake news, é tomando alguns cuidados para criar um conteúdo confiável.

Além de gerar valor para o seu público, é indispensável que você esteja atento a alguns detalhes para ganhar visibilidade e, consequentemente, autoridade com a sua audiência. Dessa forma, você se posicionará de maneira sólida e não dará margens para ser confundido com um disseminador de conteúdos rasos ou de notícias falsas.

A partir desse contexto, listamos logo abaixo algumas dicas preciosas, que serão importante na hora de planejar e colocar em prática a sua estratégia de Marketing de Conteúdo, a fim de que as fake news passem muito longe da sua empresa.

Cheque as fontes
Em um primeiro momento, é indispensável que você e sua equipe de criação busquem referências em fontes confiáveis. Se inspirar em meios de comunicação que não passam credibilidade e autoridade pode ser um verdadeiro tiro no pé.

Para criar um conteúdo que seja realmente relevante, você deve checar se os meios de comunicação que você tem consultados são confiáveis. As melhores fontes, por exemplo, não enrolam e vão direto ao ponto. Mais importante do que isso, é sempre pesquisas, comparar e revisar.

Além disso, fique atento a quem escreve a informação, ou seja, leia as credenciais do autor e saiba sobre sua reputação. Também confira se o conteúdo é atual, original e bem escrito, entre outras questões.

Utilize o Google Notícias
O Google Notícias é ótimo para assegurar que algumas informações tenham fidelidade. Você pode, por exemplo, buscar referências ou material de apoio para criar um e-book. Aqui, no entanto, também valem as mesmas dicas relacionadas a checar as fontes.

Tenha atenção ao português
Uma vez que as fake news são materiais imprecisos, eles tendem a contar com diversos erros de português. Por isso, você pode e deve f**ar atento a conteúdos que respeitem as regras gramaticais. O mais importante é que você privilegie a construção de textos que sejam fáceis de ler e proporcionam uma ótima experiência para o usuário.

Fique atento às informações generalistas nas manchetes
Como você sabe, o título de uma notícia é essencial para estimular o usuário a consumir seu conteúdo. Por isso, você deve ter muito cuidado com as manchetes generalistas. Conteúdos assim fazem com que o texto passe uma ideia imprecisa. Vá direto ao ponto e seja claro naquilo que se propõe a entregar para o usuário.

Cuidado para não envolver as crenças pessoais no seu conteúdo
Caso a sua crença não esteja diretamente ligada a um formato de relato, você deve mantê-la longe dos seus conteúdos. Foque, portanto, em materiais que resolvam os problemas do seu público e atenda as suas necessidades.

Utilize hiperlinks para confirmar dados
Uma vez que você linka informações, você alavanca sua autoridade em relação ao tema que está tratando. Neste texto, por exemplo, falamos de alguns dados do relatório sobre notícias digitais do Instituto Reuters, e ele foi devidamente linkado, caso o leitor queira checar as informações e saber mais detalhes do estudo.

Mantenha suas páginas atualizadas
Se você tem um site ou blog, é indispensável que eles estejam devidamente atualizados. Dessa forma, além de criar conteúdos relevantes, é interessante que você tenha um volume de informação, que lhe proporcionarão mais confiabilidade junto ao seu público.

Jamais desanime
Obviamente, existem muitos pontos de atenção para produzir um conteúdo que seja realmente sério e que ofereça valor para o seu público. Apesar de não ser um trabalho fácil, enxergue o lado bom da situação: ao produzir conteúdo relevante, você estará se tornando uma autoridade e uma referência junto à sua audiência e ao mercado. Portanto, jamais desanime.

Com tantas fake news no mercado, nunca foi tão importante criar conteúdos de qualidade. À medida que você faz isso, acaba se destacando em meio a um mar de desinformações. Sendo assim, revise o seu planejamento e trabalhe duro para produzir ideias e notícias que realmente façam a diferença para melhor a vida dos seus atuais e futuros clientes.

E se você quer atingir o próximo nível em relação a essa área, aproveite para entender tudo sobre marketing de conteúdo.

Mobile friendly: o que é e as vantagens de ter um site otimizado para dispositivos móveisVocê sabe dizer se o seu site o...
13/12/2019

Mobile friendly: o que é e as vantagens de ter um site otimizado para dispositivos móveis

Você sabe dizer se o seu site ou o blog da sua empresa é mobile friendly? Se não sabe — ou sequer entende o que esse termo signif**a—, temos muito o que conversar. Em 2018, 52,2% de todo o tráfego online aconteceu pelos dispositivos móveis. Pois é, mais da metade de toda a movimentação .

Você sabe dizer se o seu site ou o blog da sua empresa é mobile friendly? Se não sabe — ou sequer entende o que esse termo signif**a—, temos muito o que conversar.

Em 2018, 52,2% de todo o tráfego online aconteceu pelos dispositivos móveis. Pois é, mais da metade de toda a movimentação de dados nas redes se deu por celulares e tablets.

Isso signif**a que as pessoas estão passando mais tempo na Internet em um dispositivo móvel do que em um computador. Aposto que você já entendeu qual o problema de não saber se o seu site é mobile friendly, certo?

Se a página da sua empresa na Internet não é preparada para dispositivos móveis, pode ser que você esteja perdendo a maior parte dos usuários. Parece grave, não concorda?

Continue lendo para entender mais sobre o assunto e aprender como resolver essa questão!

O que é um site mobile friendly?
Você já parou para reparar no fato de que um computador e um smartphone (ou tablet) são dois dispositivos essencialmente diferentes?

Por exemplo, a tela de um computador é maior do que a de um dispositivo móvel. Além disso, ela segue uma razão de aspecto diferente também (normalmente, a tela do monitor é mais horizontal, com os smartphones sendo mais verticais).

Porém, as diferenças vão além da disposição da tela. Em um computador, o usuário tem um teclado bem grande para digitar informações e um mouse para controlar e clicar onde quer. Em dispositivos móveis, o controle é pela tela tátil e o teclado é bem pequeno.

Outra distinção entre os dois tipos de aparelhos é o tipo de conexão que ambos têm com a Internet. No computador, a conexão é sempre Wi-Fi. No dispositivo móvel, pode ser via 3G ou 4G.

Todas essas questões criam cenários online diferentes para os usuários. No celular, por exemplo, a pessoa não consegue entrar em páginas com muitas imagens, pois usa conexão móvel e isso consumiria muitos dados (além de demorar mais para carregar).

Isso signif**a que a maneira como programamos nossos sites devem levar essas diferenças em consideração. Uma página que é otimizada para rodar em um dispositivo móvel é chamada de mobile friendly (em tradução livre, amigável aos dispositivos móveis).

Site responsivo é igual a mobile friendly?
Você provavelmente já ouviu falar na importância de otimizar o seu site para dispositivos móveis. Existe até uma grande chance de estar pensando algo como “mas o meu site já é responsivo”.

O problema é que mobile friendly não signif**a ter um site responsivo. Na verdade, tecnicamente, são coisas diferentes.

Um layout responsivo é aquele cujo código é montado para que o site se adapte à diferentes tamanhos de tela. Um smartphone, por exemplo, tem uma tela bem mais vertical do que um monitor de computador.

O site responsivo vai se adaptar independente das dimensões da tela ou do navegador do usuário. Você pode ver isso na prática agora mesmo.

Faça um pequeno experimento: tire o seu navegador do modo tela cheia e deixe no modo janela. Depois, use o mouse nas bordas da janela para alterar o seu tamanho o quanto quiser.

Viu como o nosso blog se adapta a qualquer tamanho? Conforme você diminui ou aumenta a janela, o texto vai se encaixando automaticamente, assim como outros elementos do layout (como nossa logo ou a barra de pesquisas).

Já um site mobile friendly é aquele que tem uma versão exclusiva para dispositivos móveis. Quando entramos na página via um smartphone ou tablet, vemos uma disposição própria para esses aparelhos.

Mesmo que a página use as mesmas imagens e mesmo conteúdo, seus códigos são outros, pensados para otimizar a experiência de quem usa um dispositivo móvel.

Em uma grande parte dos casos, muitos sites criam até um subdomínio próprio para a versão mobile, normalmente indicada com um “m” na URL, como “m.sitedeteste.com.br”.

CONTEÚDO RECOMENDADO
👉 Google mobile-first index: saiba tudo sobre a indexação do Google baseada em mobile

Quais os critérios para ser mobile friendly?
Ok, se chegamos a conclusão que um site responsivo não é a mesma coisa, então quais os critérios para ter um mobile friendly?

Vamos ver!

Fácil de navegar
Um site mobile friendly precisa ser de fácil navegação. Isso signif**a que o site precisa ser bem estruturado para facilitar ao usuário encontrar o que ele procura ou precisa.

Um exemplo prático é desativar todos os tipos de pop-up na versão mobile. Isso se faz necessário porque, ao contrário de outros elementos, dificilmente as pop-ups se adequam ao tamanho da tela.

Por causa disso, elas f**am grandes demais, obstruem toda a visão do usuário e é difícil de fechá-las em um dispositivo móvel.

Outro ponto importante, que vale mencionar, é organizar os conteúdos do site em menus de fácil acesso. O ideal é que o usuário chegue exatamente onde ele quer, com poucos toques.

Carregamento rápido
Uma estatística: 53% de todos os usuários mobile deixam um site se ele levar mais de 3 segundos para carregar. E, quanto mais o carregamento demora, mais essa porcentagem cresce.

Portanto, um site mobile friendly precisa ser mais rápido para carregar, até para não consumir muitos dados do usuário.

Afinal, ninguém quer voltar a um site que gastou todo o seu pacote diário por causa de uma imagem que não ficou otimizada, por exemplo.

Funciona bem em telas pequenas e diferentes
Um site mobile friendly precisa compreender que as telas de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, é bem diferente dos monitores de computadores.

Isso signif**a que os designers precisam pensar nisso e planejar todo o conteúdo, desde a homepage até o layout dos artigos, para funcionar bem em telas de tamanhos diferentes, especialmente as pequenas.

Uma das maneiras de conseguir isso é com um site responsivo, claro. Outra maneira é trabalhar o design da página já pensando nas condições específ**as dos dispositivos móveis.

Usa controle por toque
Por fim, os sites mobile friendly estão otimizados para usar comandos de toque durante as suas navegações.

Você provavelmente já encontrou algum site que não era muito amigável ao seu celular. Por exemplo, ele carregava no “tamanho normal”, como se estivesse abrindo em um monitor de computador.

Por causa disso, as letras f**avam todas pequenas e era impossível ler o que estava escrito. Quando você tentava usar o comando de zoom para ampliar o texto simplesmente não funcionava.

Se isso já aconteceu com você (ao mesmo tempo que problemas como links não funcionarem ou a tela não rodar ao toque) é porque o site não foi otimizado para lidar com esses comandos diferentes.

Qual a importância de ser amigável aos mobiles?
Pode impactar seu rankeamento
Em 2015, o Google lançou uma atualização do seu algoritmo para começar a dar destaque aos sites que eram mobile friendly nas buscas feitas em dispositivos móveis.

A razão para isso é óbvia: com o uso de celulares e tablets aumentando, as pessoas começam a pesquisar na Internet com eles. Se os sites não estão otimizados para isso, a experiência dos usuários é ruim e isso é péssimo para o Google.

Portanto, o mecanismo de busca começou a dar mais destaque para os sites otimizados para esses dispositivos. Se a sua página ainda não é assim, está sofrendo no rankeamento de buscas móveis.

CTA de download para o kit: Domine o Google

Melhor experiência do usuário
Como foi descrito anteriormente, a experiência do usuário sofre muito se o site não for otimizado para dispositivos móveis.

Imagens pesadas, que consomem o pacote de dados, e navegação ruim fazem com que o visitante não queira mais voltar ao seu site.

Aumento das taxas de conversão
Você sabia que mais de 84% da população faz compras online pelo smartphone? Isso mesmo: cerca de 8 em cada 10 pessoas costuma fazer compras de algum tipo em um dispositivo móvel.

Isso signif**a que, se você tiver seu site otimizado para esse público, verá um aumento na sua taxa de conversão. Afinal, quantas vendas você já não perdeu porque os usuários não conseguiram acessar o botão de compras ou navegar na sua loja?

Diminuição da taxa de rejeição
Lembra que 53% dos usuários mobile saem de um site se ele demorar mais de 3 segundos para carregar? Então, isso contribui para aumentar a taxa de rejeição dessa página.

Isso também acontece quando a pessoa entra e vê o site todo desorganizado ou quando não consegue navegar direito.

Por isso, ter uma otimização para dispositivos móveis diminui muito a taxa de rejeição do site, pois elimina todos os fatores que “expulsam” o usuário da página.

12/12/2019

Métricas ajudam empresário a mudar de planos na hora de anunciar

Instagram e saúde mental: como a rede social pode afetar usuáriosCom a ascensão do Instagram como rede social de destaqu...
12/12/2019

Instagram e saúde mental: como a rede social pode afetar usuários

Com a ascensão do Instagram como rede social de destaque do momento, surgiram indicadores cada vez mais evidentes de que este canal pode causar e intensif**ar danos a saúde mental dos usuários. Leia o texto e conheça os efeitos que esta rede pode ter sobre as pessoas e saiba como minimizá-los.

A presença nas redes sociais já é quase unanimidade entre as pessoas, principalmente se considerarmos o público jovem, na faixa etária de 14 aos 25. Como o volume de conteúdo e de tempo gasto pelos usuários nessas plataformas só tende a aumentar, são cada vez mais evidentes, e preocupantes, as consequências deste exposição.

O Instagram surgiu há menos de 10 anos, mas já impactou profundamente as relações interpessoais, dentro e fora da internet.

Considerando o alto volume de contas na plataforma, que em 2018 alcançou a marca de 1 bilhão de usuários ativos, e a faixa etária predominante no aplicativo, que f**a entre 18 e 24 anos (75% dos usuários), é possível começar a entender o grau de relevância que a rede tem na vida dos jovens.

A plataforma, que no princípio apostava no compartilhamento de fotos como principal forma de comunicação, hoje permite que os usuários se expressem por meio dos mais diferentes formatos.

A manutenção de uma identidade virtual se tornou um grande desafio e uma cobrança para os jovens que integram a rede. Agora, além das fotos que retratam o cotidiano, também é possível utilizar os stories para registrar, ainda mais, quase todos os momentos da rotina.

Consequências que podem surgir dessa exposição em excesso (tanto de si mesmo quanto aos posts de outros usuários) comumente citadas são ansiedade, depressão e insatisfação com o corpo, fatores recorrentes não só no instagram, mas também em outras redes.

Neste conteúdo, vamos entender como o Instagram pode ser prejudicial aos usuários e o que a empresa está fazendo para contornar essa situação e minimizar danos.

A complexidade do tema
Antes de tudo é importante entender que o tema saúde mental na Era Digital é algo muito complexo e amplo. Os quadros de ansiedade, depressão e outras doenças são muito variados e é quase impossível traçar uma linha de causa e efeito direto entre Instagram e essas condições.

O intuito deste texto é, portanto, tentar entender padrões de comportamento identif**ados por meio de pesquisas que dizem sobre o consumo online dos jovens. Além de indicar que situações podem ser potencializadas utilizando estas plataformas.

O lado negativo do Instagram
Um estudo do RSPH (Royal Society for Public Health) buscou entender quais são as redes sociais mais prejudiciais para os usuários e em quais aspectos elas causam danos. O Instagram foi a plataforma com menor avaliação positiva, ocupando a 5ª posição.

O ranking segue a ordem de rede menos prejudicial até a mais nociva e resultou em:

Youtube
Twitter
Facebook
Snapchat
Instagram
Entre os principais elementos causadores de danos foram observados a interferência na qualidade do sono, resultado de fatores que vão desde notif**ações de ação, que compelem o usuário a voltar ao aplicativo até o feed de rolagem infinita, que causa a sensação de conteúdo inesgotável.

Uma outra questão latente no Instagram diz respeito a insatisfação com a imagem que as pessoas têm do próprio o corpo. O grande agravante da rede é a potência que o audiovisual, o principal motor no Instagram, tem sobre a construção de um ideal de “vida perfeita”.

Esse tipo de visão da auto imagem é resultado de uma soma de elementos que não são originados dentro do Instagram.

Mas se pensarmos na infinidade de perfis de personalidades que se encaixam no biotipo desejado e de pessoas do próprio cotidiano que compartilham constantemente conteúdo que podem reforçar um certo tipo de padrão de corpo como correto e/ou mais bonito podemos entender de onde vem esse tópico relacionado a autoaceitação.

Um dado alarmante diz respeito ao fato de que 9 entre 10 mulheres não estão satisfeitas com o corpo que tem. Com a possibilidade de editar fotos e aplicar filtros, f**a ainda mais difícil combater a busca por corpos inalcançáveis.

Outro fenômeno que está sendo cada vez mais discutido na Era Digital é o FOMO (Fear of Missing Out ou medo de perder algo) que denomina uma condição de ansiedade resultante da sensação de que usuário está perdendo tempo ou que deveria estar em outro local fazendo alguma atividade.

Além destes, o Bullying, que é um assunto que entrou em pauta há algum tempo, infelizmente, é um comportamento comum não só dentro do Instagram, mas em outras plataformas online.

A sensação de anonimato e segurança desses canais incita usuários mal intencionados a compartilharem constantemente mensagens desrespeitosas.

Não é preciso reforçar o quanto esse tipo de comportamento pode afetar a saúde mental dos usuários (ainda mais quando se considera a faixa etária principal dessa rede). E casos como este são muito corriqueiros. Aposto que você conhece alguém que já passou por algo do tipo, certo?

O que o Instagram está fazendo sobre isso
Apesar de ser importante reconhecer e entender quais são os pontos em que as redes sociais podem ser prejudiciais, é interessante reconhecer e olhar para os impactos positivos que esses canais podem trazer no cotidiano dos jovens.

Na mesma pesquisa que mostrou o lado sombrio da rede, também foi possível identif**ar alguns pontos que podem favorecer a experiência dos jovens dentro e fora do aplicativo. Inclusive servindo como forma de combater alguns dos aspectos negativos.

A possibilidade de se expressar e construir uma identidade foram pontos de destaque, uma vez que o Instagram permite que os usuários consigam retratar parte de quem eles são e compartilhar isso com outras pessoas, criando relações a partir de identif**ação.

Esse é um dos princípios que guiam a interação não só no Instagram, mas em outras redes sociais.

A possibilidade que mencionamos acima também está diretamente relacionado com a criação de comunidades. Desde agrupamento de pessoas que se interessam por debater determinado assunto ou tema, até a existência de perfis que se tornam referência em atualizações e informação sobre assuntos que vão de culinária até pets.

Outro fator relevante que foi destaque positivo no relatório foi a existência de suporte emocional. Apesar da existência de cyberbullying, é comum que as pessoas que compartilham situações de vulnerabilidade encontrem conforto e auxílio dentro da plataforma.

No momento em que um usuário posta sobre uma experiência de saúde mental, o alcance dessa publicação também pode surtir um efeito positivo em seus seguidores. Dividir experiências e aprendizados sobre esse tipo de questão pode influenciar quem precisa a buscar ajuda.

Esse tópico foi uma das inspirações da empresa para criar medidas que visam combater a proliferação de conteúdos nocivos.

Quais as ações do Instagram para combater os problemas
Uma das medidas mais comentadas dos últimos tempos foi o fim dos likes na plataforma. Sabemos que a rede tem um grande número de motivos para ocultar essa informação dos usuários que passam desde prejuízo com perfis que compram curtidas até questões relacionadas a saúde mental (que foram bastante frisadas pela plataforma em suas justif**ativas).

Seja qual forem as motivações por trás dessa ação, uma coisa é certa: ocultar os likes dificulta a comparação entre perfis. Isso pode ser um primeiro passo para aliviar a obsessão em conquistar curtidas como forma de aprovação do sucesso ou garantia de qualidade de conteúdo.

A ideia do feed perfeito já não atrai mais tanto quanto antes e a autenticidade é uma característica cada vez mais valorizada em uma plataforma que já está saturada de retratos de vidas idealizadas.

Não exibir o número de curtidas alivia, de certa forma, essa pressão de evitar compartilhamento de certos conteúdos pela possibilidade de não serem tão populares quanto uma selfie ou o retrato de uma refeição fotogênica.

Uma outra medida implantada pela rede social em 2018 foi a função que permite que o usuário saiba quanto tempo ele passou utilizando o app. Essa iniciativa busca conscientizar e dar mais poder ao usuário sobre a plataforma.

Conheça o BERT: a nova atualização do Google que promete revolucionar as SERP’SDescubra como o BERT, o novo sistema de I...
12/12/2019

Conheça o BERT: a nova atualização do Google que promete revolucionar as SERP’S

Descubra como o BERT, o novo sistema de Inteligência Artificial do Google, afetará as SERP’s e os resultados da sua estratégia online!

O Google fará a maior mudança em seu sistema de busca desde a introdução do RankBrain — há quase cinco anos. A companhia anunciou que a ação impactará 1 em cada 10 páginas de resultados, de modo a transformar substancialmente os resultados que rankeiam para tais buscas.

O chamado BERT, nome surgido de Bidirectional Encoder Representations from Transformers, foi lançado esta semana para buscas de língua inglesa e, em breve, estará disponível para o mundo todo.

Quer saber mais sobre a novidade e de que forma ela impactará no funcionamento das buscas? Então continue com a gente e confira!

O que é BERT e como ele funciona?
BERT é uma tecnologia de rede neural que tem como objetivo aprimorar o processamento da linguagem natural, como comumente é utilizada pelos usuários nos buscadores. Ou seja, ele auxilia os computadores a compreenderem a linguagem de forma mais similar ao entendimento humano.

O programa é usado para apreender as nuances de contexto das palavras inseridas na busca e encontrar os resultados mais adequados e relevantes.

Até o ano passado, o programa seguia o modelo open-source e conta com uma descrição detalhada sobre o seu funcionamento no blog do Google sobre Inteligência Artificial.

Para exemplif**ar como funciona a solução, em uma busca como “2019 brazil traveler to usa need a visa” (2019 brasil turista para EUA precisa de visto) a palavra “to” (para) e a sua relação com as demais palavras da pesquisa são importantes para a compreensão do signif**ado da dúvida.

Anteriormente, o Google não conseguiria entender a importância dessa conexão e retornaria com resultados sobre cidadãos americanos com interesse em viajar para o Brasil.

Nota: os exemplos usados têm como propósito ilustrar e podem não corresponder à realidade das buscas em tempo real.

“Com o BERT, o sistema é capaz de captar essa nuance e saber que a palavra ‘to’, que é bem comum, na verdade, é essencial nesse contexto e, dessa forma, é possível sugerir resultados muito mais relevantes”, de acordo com a empresa.

Em outro exemplo, em uma pesquisa para “Can you get medicine for someone pharmacy” (você pode pegar remédios para alguém farmácia) é possível observar resultados muito mais acurados e de acordo com a intenção do usuário.

O programa também impactará os Featured Snippets — os quais já terão as buscas alteradas em todas as línguas.

Para exemplif**ar esse impacto, separamos um exemplo em que o Google apresenta um snippet muito mais relevante para responder a dúvida: “Parking on a hill with no curb” (estacionar em colina sem meio fio). No passado, uma busca como essa causaria uma verdadeira confusão no algoritmo do buscador.

Segundo o Google, “Nós costumamos colocar muita atenção na palavra “curb” (meio fio) e não na palavra “no” (não), sem compreender o quão crítico era este termo para possibilitar uma resposta adequada. Assim, nós retornávamos com resultados sobre estacionar em uma colina com meio fio.”

BERT versus RankBrain?
Apesar da inovação desse sistema, é importante ressaltar que o RankBrain não está morto. Relembrando: RankBrain foi o primeiro método baseado em Inteligência Artificial do Google para entender as buscas.

Ele se baseia na análise tanto das pesquisas quanto dos conteúdos presentes nas páginas da web indexadas pelo Google para compreender melhor qual o verdadeiro signif**ado das palavras dentro de um determinado contexto.

Dessa forma, o BERT não substitui o RankBrain, mas funciona como um método adicional para compreender conteúdos e buscas. Quando o Google concluir que a dúvida será melhor respondida com ajuda do BERT, ele será usado.

Além disso, é importante lembrar que em uma única busca, é possível utilizar de mais de um método, incluindo o BERT, para uma melhor compreensão da intenção do usuário.

E como isso funciona? O Google explicou que existem inúmeras formas de compreender o que a linguagem presente na pesquisa quer dizer e de que modo ela se relaciona com os conteúdos da web.

Por exemplo, se você digita algo errado, os sistemas de detecção de erros auxiliam na grafia correta de uma palavra para que você consiga encontrar o que precisa.

Da mesma forma, se você usa um sinônimo da palavra que você está buscando, ele consegue encontrar conteúdos que abranjam ambos os termos.

Assim, o BERT é apenas outro sinal que o Google utiliza para compreender a linguagem. Dependendo de qual busca você realiza, qualquer um desses sistemas, ou a sua combinação, poderão ser usados para prover o melhor resultado existente.

É possível otimizar para o BERT?
A resposta para isso — até então — é apenas uma: é improvável. O Google afirmou que especialistas em SEO não podem de fato otimizar nem mesmo para o RankBrain.

Mas, de qualquer forma, isso signif**a que o Google está se tornando cada vez melhor em entender a linguagem natural. Por isso, continue produzindo conteúdos de qualidade para os seu público, e não para o algoritmo.

Por que se importar com essa atualização?
É importante f**ar de olho nessa atualização não apenas porque o próprio Google a considerou como “o maior salto de progresso nos últimos cinco anos, e um dos maiores na história dos motores de busca”, mas também porque 10% de todas as pesquisas foram impactadas pelo BERT.

Pensando nisso, nós recomendamos que você fique de olho em mudanças no tráfego, assim que a mudança entrar em vigor também para a língua portuguesa, e compartilhe com a gente se observou algum impacto em suas páginas.

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