Vicente

Vicente Óla, meu nome é Raimundo,vivo no Huamdo , sou natural da mesma, sou estudante do institvtv médio poitécnico privado Cefac Mutundo con o curso de saúde.

20/08/2022

Faculdade de medicina do huambo

26/04/2022
24/03/2022

Conheça o seu corpo aqui
1: número de ossos: 206
2: número de músculos: 639
3: número de rins: 2
4: número de dentes de leite: 20
5: número de costelas: 24 (12 par)
6: número de câmaras do coração: 4
7: maior artéria: Aorta
8: pressão arterial normal: 120/80 mmhg
9: Ph de sangue: 7.4
10: número de vértebras na coluna vertebral: 33
11: número de vértebras no pescoço: 7
12: número de ossos em ouvido médio: 6
13: número de ossos na face: 14
14: número de ossos no crânio: 22
15: número de ossos no peito: 25
16: número de ossos nos braços: 6
17: número de músculos no braço humano: 72
18: número de bombas no coração: 2
19: órgão maior: pele
20: glândula maior: fígado.
21: maior célula: óvulo feminino.
22: menor célula: espermatozóides
23: menor osso: Estribo
24: primeiro órgão transplantado: Rim
25: comprimento médio de intestino delgado: 7 M
26: comprimento médio de intestino grosso: 1.5 m
27: peso médio do bebê recém-Nascido: 2.6 kg
28: taxa de pulso em um minuto: 72 vezes
29: temperatura corporal normal: 37 C° (98.4 '°)
30: Volume médio de sangue: 4 a 5 LITROS
31: LAPSO DE VIDA DE RBC: 120 dias
32: lapso de vida do wbc: 10 a 15 dias
33: período de gravidez: 280 dias (40 semana)
34: número de ossos em pé humano: 33
35: número de ossos em cada boneca: 8
36: número de ossos na mão: 27
37: maior glândula endócrino: Tireoide
38: órgão linfático maior:Baço.
39: maior parte do cérebro: encéfalo
40: osso maior e mais forte: Fêmur
41: menor osso: estribo
43: Viscosidade de sangue: 4.5 a 5.5
44: Grupo de sangue doador universal: O
45: Grupo de sangue receptor universal: AB
46: MAIOR CMB: Monócito
47: menor cmb: Linfócitos
48: aumentar a contagem de rbc chamado: Policitemia
49: Banco de sangue no corpo é: Baço
50: a célula de sangue não nucleadas é: RBC
51: Rbc produzido na: medula óssea
52: Rio da vida chama-se: sangue
53: nível normal de colesterol sanguíneo100MG / DL
54: parte fluida do sangue,Plasma

07/09/2021

En certos casos para alcançar certas metas não é necessário ter dinheiro mais sim vontade de querer fazer....

29/04/2021

VISÃO GERAL

O que é Anemia falciforme?

Anemia falciforme é uma doença hereditária (passa dos pais para os filhos) caracterizada pela alteração dos glóbulos vermelhos do sangue, tornando-os parecidos com uma foice, daí o nome falciforme. Essas células têm sua membrana alterada e rompem-se mais facilmente, causando anemia. A hemoglobina, que transporta o oxigênio e dá a cor aos glóbulos vermelhos, é essencial para a saúde de todos os órgãos do corpo. Essa condição é mais comum em indivíduos da raça negra. No Brasil, representam cerca de 8% dos negros, mas devido à intensa miscigenação historicamente ocorrida no país, pode ser observada também em pessoas de raça branca ou parda.

SINTOMAS

Sintomas de Anemia falciforme

A anemia falciforme pode se manifestar de forma diferente em cada indivíduo. Uns têm apenas alguns sintomas leves, outros apresentam um ou mais sinais. Os sintomas geralmente aparecem na segunda metade do primeiro ano de vida da criança.

Crise de dor: é o sintoma mais freqüente da doença falciforme causado pela obstrução de pequenos vasos sanguíneos pelos glóbulos vermelhos em forma de foice. A dor é mais frequente nos ossos e nas articulações, podendo, porém atingir qualquer parte do corpo. Essas crises têm duração variável e podem ocorrer várias vezes ao ano. Geralmente são associadas ao tempo frio, infecções, período pré-menstrual, problemas emocionais, gravidez ou desidratação;

Icterícia (cor amarela nos olhos e pele): é o sinal mais frequente da doença. O quadro não é contagioso e não deve ser confundido com hepatite. Quando o glóbulo vermelho se rompe, aparece um pigmento amarelo no sangue que se chama bilirrubina, fazendo com que o branco dos olhos e a pele fiquem amarelos;

Síndrome mão-pé: nas crianças pequenas as crises de dor podem ocorrer nos pequenos vasos sanguíneos das mãos e dos pés, causando inchaço, dor e vermelhidão no local;

Infecções: as pessoas com doença falciforme têm maior propensão a infecções e, principalmente as crianças

29/04/2021

VISÃO GERAL

O que é Anemia?

Anemia é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a condição na qual o conteúdo de hemoglobina no sangue está abaixo do normal como resultado da carência de um ou mais nutrientes essenciais, seja qual for a causa dessa deficiência. As anemias podem ser causadas por deficiência de vários nutrientes como ferro, zinco, vitamina B12 e proteínas. Porém, a anemia causada por deficiência de ferro, denominada Anemia Ferropriva, é muito mais comum que as demais (estima-se que 90% das anemias sejam causadas por carência de Ferro). O ferro é um nutriente essencial para a vida e atua principalmente na síntese (fabricação) das células vermelhas do sangue e no transporte do oxigênio para todas as células do corpo.

Crianças, gestantes, lactantes (mulheres que estão amamentando), meninas adolescentes e mulheres adultas em fase de reprodução são os grupos mais afetados pela anemia, muito embora homens - adolescentes e adultos - e os idosos também possam ser afetados pela anemia.

Causas

As causas da Anemia por deficiência de ferro, tanto em crianças como em gestantes, são basicamente o consumo insuficiente de alimentos fontes de ferro e/ou com baixa biodisponibilidade. Na gestante, a anemia pode ser causada também pelas baixas reservas de ferro pré-concepcionais e a elevada necessidade do mineral em função da formação dos tecidos maternos e fetais.

SINTOMAS

Sintomas de Anemia

Os sinais e sintomas da anemia por carência de ferro são inespecíficos, necessitando-se de exames laboratoriais (sangue) para que seja confirmado o diagnóstico de Anemia Ferropriva. Os principais sinais e sintomas da anemia por carência de ferro são:

fadiga generalizada
anorexia (falta de apetite)
palidez de pele e mucosas (parte interna do olho, gengivas)
menor disposição para o trabalho
dificuldade de aprendizagem nas crianças
apatia (crianças muito "paradas").
DIAGNÓSTICO E EXAMES

Diagnóstico de Anemia

Para o diagnóstico da anemia, é necessário recorrer aos

29/04/2021

Laboratórios:
Baxter Hospitalar Ltda

Endobulin S/D
Baxter Hospitalar Ltda
Apresentação
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Solução injetável a 10%

APRESENTAÇÕES

Endobulin Kiovig – imunoglobulina G, solução injetável a 10%, é um derivado de plasma humano contendo imunoglobulina G humana purificada e intacta, em forma de solução injetável.

VIA INTRAVENOSA

Endobulin Kiovig – imunoglobulina G, solução injetável a 10% é fornecido em cinco apresentações:

Endobulin Kiovig – imunoglobulina G
- Frasco de vidro contendo 10mL
1g
Endobulin Kiovig – imunoglobulina G
- Frasco de vidro contendo 25mL
2,5g
Endobulin Kiovig – imunoglobulina G
- Frasco de vidro contendo 50mL
5g
Endobulin Kiovig – imunoglobulina G
- Frasco de vidro contendo 100mL
10g
Endobulin Kiovig – imunoglobulina G
- Frasco de vidro contendo 200mL
20g

USO ADULTO E PEDIÁTRICO
Composição
O produto contém em cada 1mL da solução, pronta para uso, a seguinte composição:

Imunoglobulina G

100mg

água para injetáveis

1mL
Excipiente: glicina.
Posologia
Endobulin Kiovig destina-se à administração intravenosa (infusão na veia).

Quando administrado por via intravenosa, Endobulin Kiovig é administrado pelo médico ou enfermeiro. a dose e frequência da infusão dependem da condição do paciente e do seu peso corpóreo.

No início da infusão, você receberá Endobulin Kiovig a uma baixa taxa de infusão. Dependendo de quão confortável você se sentir, seu médico irá aumentar a taxa de infusão gradualmente.

Uso em crianças e adolescentes as mesmas indicações, dose e frequência de infusão em adultos são também aplicáveis às crianças e adolescentes (idade de 0 a 18 anos).
Indicação
Terapia de reposição em:
Síndromes de imunodeficiências primárias, tais como:

- Agamaglobulinemia e hipogamaglobulinemia congênitas

- Imunodeficiência comum variável

- Imunodeficiência combinada grave

- Síndrome de Wiskott-Aldrich

Mieloma ou leucemia linfocítica crônica com hipogamaglobulinemia secundária grave e infecções recorrentes.

Crianças com

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28/04/2021

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5 doenças infantis comuns e como prevenir
Índice
Conheça 5 doenças infantis comuns e saiba como preveni-las!
1. Catapora
2. Alergias
3. Infecções no ouvido e na garganta
4. Viroses
5. Caxumba
Por maior que sejam os cuidados que temos com os pequenos, em algum momento da infância eles acabam ficando doentes.
Como o sistema imunológico das crianças está em processo de amadurecimento e ainda não sabe lidar com vírus e bactérias com eficiência total, é comum que o organismo seja atacado por doenças infantis que provocam sintomas como febre, dores no corpo, falta de apetite e indisposição.
Mas afinal, será que há como manter esse mal-estar longe do seu filho? Quais são as doenças infantis mais comuns e o que é possível fazer para evitar que elas apareçam? É o que você vai descobrir no post de hoje. Acompanhe a leitura!
Conheça 5 doenças infantis comuns e saiba como preveni-las!
1. Catapora
O que é: Extremamente contagiosa, a doença, também conhecida como varicela, é provocada por um vírus, o varicela-zóster. A catapora é bastante comum nos pequenos que estão em fase escolar, quando o contato com outras crianças aumenta bastante.
Principais sintomas: as bolhas d’água avermelhadas que surgem por todo o corpo e provocam coceira intensa são o principal sintoma da catapora. Além disso, a doença também costuma causar febre alta, indisposição, falta de apetite e dores no corpo.
Como se proteger: como o contágio acontece por meio de tosse, saliva, espirro ou objetos contaminados pelo vírus, a melhor maneira de se proteger contra a catapora é mantendo a carteira de vacinação em dia.
A imunização é recomendada a partir dos 12 meses de idade, mas qualquer pessoa que ainda não tenha contraído a doença pode tomar a vacina. Nesses casos, ela deve ser tomada em duas doses, com intervalo de 1 a 2 meses entre uma e outra. Quem já teve a doença uma vez está imune.
2. Alergias
O que é: uma das doenças infantis mais comuns, as alergias podem ser provocadas por uma série de fatores, como alimentação, ácaros, fungos, pelos de animais, produtos de limpeza e até mesmo pólen.
Principais sintomas: as alergias alimentares costumam causar coceiras, erupções na pele, diarreias, dores abdominais e na cabeça. Já as respiratórias podem provocar espirros, congestões nasais, tosses, chiados no peito e até mesmo problemas mais sérios, como dificuldades respiratórias.
Como se proteger: no caso de quadros alérgicos alimentares, o tratamento consiste em retirar o alimento que está causando o problema do cardápio. Quando a doença causa problemas respiratórios, um pediatra de sua confiança deverá prescrever o tratamento adequado, que deverá ser seguido continuamente ou nos momentos de crise.
Boas práticas, como manter a casa bem arejada, livre de cigarro e objetos que acumulam pó, como tapetes, cortinas e bichos de pelúcia, trocar constantemente o travesseiro e não dormir com animais de estimação também ajudam a diminuir a incidência das crises.
3. Infecções no ouvido e na garganta
O que é: também chamada de otite externa nos casos mais brandos, e de otite média nos casos mais graves, a infecção no ouvido pode ser causada por fatores como excesso de umidade no canal auditivo ou por acúmulo de secreção na região em virtude de gripes ou resfriados.
Já a infecção na garganta é causada pelo contato com a saliva e outras secreções contaminadas por um vírus ou pode ser provocada por uma bactéria, desencadeando quadros de dor e indisposição intensos.
Principais sintomas: nos dois casos, os sintomas mais comuns são dor na região, falta de apetite, indisposição e febre.
Como se proteger: para se proteger contra as infecções do ouvido, é importante manter o canal auditivo longe do excesso de umidade. Sempre que a criança tiver contato com a água, seque a região cuidadosamente com uma toalha. Evite usar cotonetes, que empurram a secreção para dentro e retiram a proteção da região.
Já no caso das infecções da garganta, a melhor maneira de prevenção é investir em um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada e boa hidratação. Caso o médico prescreva antibióticos, é essencial que você siga o tratamento à risca, mesmo que os sintomas melhorem, para evitar que os micro organismos se tornem resistentes.
4. Viroses
O que é: o termo virose é utilizado para definir um conjunto de doenças provocadas pelos diversos tipos de vírus que podem se instalar em áreas diferentes do organismo da criança, como no intestino ou no trato respiratório.
Principais sintomas: como os vírus podem se alojar em diferentes regiões do corpo, os sintomas podem variar bastante. No entanto, os mais comuns são diarreia, dor de cabeça, vômitos, tosse, resfriado e febre.
Em geral, o organismo costuma combater espontaneamente o problema, que desaparece em poucos dias. No entanto, como os sintomas das viroses são parecidos com os de outras doenças, é fundamental consultar um pediatra para que ele possa fazer o diagnóstico correto e evitar complicações graves.
Como se proteger: a melhor maneira de prevenir-se contra essas doenças infantis é manter uma alimentação saudável e equilibrada e caprichar na hidratação. Também é importante manter bons hábitos de higiene, lavando as mãos após ir ao banheiro e antes das refeições, e evitando o consumo de alimentos cuja procedência você desconhece.
5. Caxumba
O que é: a doença é provocada pelo vírus paramyxovirus, que afeta as glândulas produtoras de saliva, localizadas na região pouco abaixo das orelhas. Em casos mais graves, a doença pode atingir outros órgãos e causar complicações como pancreatite, meningite e até surdez.
Principais sintomas: o principal sintoma da doença é o inchaço da glândula, o que costuma causar dor e aumento de volume na região. Além disso, febre, dificuldade para mastigar ou engolir, dores musculares e fraqueza também são comuns.
Como se proteger: a vacinação é a melhor forma de prevenção contra a caxumba, que é transmitida por meio da saliva contaminada. A primeira dose da vacina deve ser administrada aos 12 meses de idade, e a segunda, 3 meses depois.
Pessoas até 19 anos que não foram ou não lembram se foram vacinadas devem tomar as duas doses de uma única vez, e quem já foi atingido pelo problema dos dois lados da mandíbula não corre o risco de contrair a doença novamente.
Gostou de saber como manter os pequenos longe das doenças infantis mais comuns? Então aproveite para descobrir agora mesmo quais são as 5 vacinas indispensáveis para a saúde da família e cuide do bem-estar de quem você ama!
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Criada para atender a um preço justo e acessível ao público que procura um atendimento com qualidade e agilidade no agendamento de consultas e exames, que não possui plano de saúde ou que possui e não está satisfeito com o serviço devido a problemas na qualidade, na demora no agendamento de consultas e no atendimento como um todo.
LEIA TAMBÉM
As 5 vacinas indispensáveis para cuidar da saúde da família
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Quais são as doenças infantis mais comuns e o que é possível fazer para evitar que elas apareçam? Acompanhe a leitura e previna-se!

28/04/2021

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Cetonas
HOME QUÍMICA QUÍMICA ORGÂNICA GRUPOS FUNCIONAIS FUNÇÕES OXIGENADAS CETONAS
O grupo funcional cetona tem como característica principal a presença de um carbono secundário conectado, por dupla ligação, a um oxigênio; é bem semelhante ao grupo aldeído, que tem em seus compostos a carbonila na extremidade da cadeia.

As cetonas são aplicadas industrialmente como solventes, são compostos inflamáveis, reativos, e nelas características como densidade e solubilidade variam conforme o tamanho da cadeia carbônica.

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Leia também: Quais são as possíveis classificações do carbono?

Estrutura das cetonas

Uma cetona é caracterizada pela presença de uma carbonila (oxigênio conectado a um carbono com dupla ligação) ligada a um carbono secundário (carbono ligado a outros dois carbonos).

A fórmula geral para cetona é: R — C (= O) — R.

Fórmula geral molecular e estrutural para compostos da função cetona.
Propriedades das cetonas

Os pontos de fusão e ebulição das moléculas variam conforme o tamanho da cadeia carbônica. No entanto, devemos saber quem as moléculas de cetonas são ligadas por força de interação dipolo-dipolo, ou seja, de modo não tão forte, por isso não será necessária tanta energia para desconectar-se as moléculas e, consequentemente, o ponto de ebulição não será tão alto.

A propanona, por exemplo, nossa famosa acetona, menor molécula da função cetona, tem ponto de ebulição 53 °C, pouco maior que a temperatura ambiente, isso explica a volatilidade do composto (facilidade que a acetona tem de passar para o estado gasoso).

Os compostos da função cetona são levemente polares, devido à diferença de eletronegatividade provocada pelo oxigênio, e são substâncias incolores e inflamáveis. O tamanho da cadeia carbônica da cetona determina a solubilidade do composto em água: quanto maior o número de carbonos do composto, menos solúvel ele será em água e mais solúvel ele será em solventes orgânicos.

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Classificação das cetonas

As cetonas podem ser classificadas de duas formas de acordo com a simetria da molécula, são elas:

simétricas: quando os radicais ligados à carbonila são iguais;
assimétricas: quando os radicais são diferentes.
A outra classificação para compostos do grupo cetona ocorre de acordo com o número de carbonilas:

monocetona: quando se tem apenas uma carbonila;
policetona: quado se tem duas ou mais carbonilas.
Exemplos:

Leia também: Classificação dos alcoóis – quais são os critérios?

Nomenclatura das cetonas

A nomenclatura para o grupo das cetonas segue as regras estipuladas pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac) e tem a terminação -ona, característica do grupo funcional cetona. Lembrando que a nomenclatura para cadeira carbônica tem regras para ordenação e nome dos radicais: o prefixo ocorre de acordo com o número de carbonos da cadeia principal, e o infixo, de acordo com a saturação da cadeia:

Prefixo (nº de carbonos)

Infixo (saturação da cadeia)

Sufixo (grupo funcional)

1 carbono

Met-

Apenas ligações simples

-an-













Cetona













-ona

2 carbonos

Et-

3 carbonos

Prop-

1 ligação dupla

-en-

4 carbonos

But-

5 carbonos

Pent-

2 ligações duplas

-dien-

6 carbonos

Hex-

7 carbonos

Hept-

1 ligação tripla

-in-

8 carbonos

Oct-

9 carbonos

Non-

2 ligações triplas

-diin-

10 carbonos

Dec-

Atenção! Quando houver mais de uma posição possível para a carbonila, deve-se indicar qual o carbono em que ela se encontra, a mesma regra vale para ramificações e insaturações. A contagem de carbonos é feita com base no carbono mais próximo do grupo funcional.

Exemplos

Aplicação das cetonas

As cetonas são usadas principalmente como solvente para tintas, esmaltes, vernizes e também para o processo de extração de óleos naturais de sementes.

Exemplos:

Propanona ou acetona (C3H6O): removedora de esmaltes.
Butanona (C4H8O): solvente industrial utilizado na produção de gomas, resinas, revestimentos, entre outros.
Hept-2-ona (C7H14O): responsável pelo odor de algumas frutas.
Acetofenona (C8H8O): utilizada pela indústria de cosméticos na preparação de fragrâncias.
Zingerone ou 4-(4-hidroxi-3-metoxifenil)-butan-2-ona (C11H14O3): principal responsável pelo sabor do gengibre.

O gengibre contém zingerone, composto responsável por seu sabor característico.
Principais cetonas

Propanona (acetona): menor composto da função cetona, é utilizada como removedor e solvente de esmaltes; encontra-se a condições normais de temperatura e pressão na forma líquida; possui densidade de 58.08 g/mol e ponto de fusão de -95 °C; e é uma substância inflamável, volátil e solúvel em água. É obtida por meio da desidrogenação do isopropanol.

Acetona é muito utilizada como removedor de esmaltes.
Butanona: segundo menor composto da função cetona, é utilizada como solvente industrial; possui odor doce; e é um composto isômero do butiraldeído. É um solvente aplicável a várias substâncias: tintas, vernizes, cola; e é utilizada em indústrias têxteis e na fabricação de borracha sintética.
Acesse também: Onde encontramos éteres no cotidiano?

Síntese e formas de obtenção das cetonas

As cetonas podem ser sintetizadas por diversos tipos de reações, vejamos aqui algumas delas:

Cetonas por hidratação de alcinos

Para a obtenção de um composto do grupo cetona, como produto dessa reação é necessário que o alcino tenha mais que dois carbonos, pois, quando a reação é feita com o etino, o produto final será um aldeído, não uma cetona.

Perceba que temos um álcool como produto intermediário, e, obedecendo à regra de Markovnikov, o hidrogênio da hidroxila migra para o carbono vizinho, que é mais hidrogenado. Esse rearranjo é chamado de tautomerização ceto-enol, formando-se, assim, uma cetona.

Cetonas por reação de acilação de Friedel-Crafts

A acilação é uma reação de substituição que ocorre em um anel aromático, com a substituição de um dos hidrogênios pelo grupo “acil” (cloreto de ácido). Para que ocorra essa reação, utiliza-se o cloreto ferríco (FeCl3), um ácido de Lewis que contribuirá com a quebra da ligação entre o carbono e o halogênio do grupo ácil, unindo o cloro ao catalisador, e a substituição acontece formando-se uma cetona aromática.

Cetonas por oxidação de álcool secundário (hidroxila ligada a um carbono secundário)

Nesse caso acontece a oxidação do carbono secundário onde está ligada a hidroxila, característica do grupo funcional álcool. Daí o produto intermediário formado será um diálcool, molécula do grupo álcool com duas hidroxilas que se recombinam, formando-se uma cetona e uma molécula de água.

Para que a reação ocorra, é necessário usar um agente oxidante, como dicromato de potássio (K2Cr2O7), permanganato de potássio (KMnO4) ou ácido crômico (H2CrO4).

Diferença entre aldeídos e cetonas

Aldeídos e cetonas são compostos muito parecidos, compartilhando propriedades como solubilidade e densidade. A diferença entre as duas funções está no posicionamento da carbonila.

Substâncias da função cetona têm o oxigênio conectado, com uma dupla ligação, a um carbono secundário. No caso de aldeídos, a carbonila está ligada à extremidade da molécula. Análogo a isso, os aldeídos são moléculas mais reativas que as cetonas, pois não sofrem o efeito estérico tão intenso quanto ocorre na cetona pela presença dos radicais, e o carbono do grupo aldeído, por ter um hidrogênio substituinte, sofre efeito indutivo, ficando propenso a reagir com outras moléculas.

Exercícios resolvidos

Questão 1 – (UFMG) Cetonas macrocíclicas são usadas em perfumes porque possuem intenso cheiro de almíscar e retardam a evaporação de constituintes mais voláteis.

A identificação CERTA das estruturas de substâncias com cheiro de almíscar é:

A) I, II, III, IV e V.
B) II, III e V.
C) I e II.
D) I e IV.
E) II.

Resolução

Alternativa E, pois apenas o composto II possui o grupo funcional cetona, os demais compostos são: I- éster; III- aldeído; IV- éster; V- aldeído.

Questão 2 – (FGV-SP–2007) O gengibre é uma planta da família das zingiberáceas, cujo princípio ativo aromático está no rizoma. O sabor ardente e acre do gengibre vem dos fenóis gingerol e zingerona.

Na molécula de zingerona, são encontradas as funções orgânicas:

A) álcool, éter e éster.
B) álcool, éster e fenol.
C) álcool, cetona e éter.
D) cetona, éter e fenol.
E) cetona, éster e fenol.

Resolução

Alternativa D. Observando a molécula da esquerda para a direita, a primeira função orgânica encontrada é a cetona, que tem uma carbonila entre radicais orgânicos; depois, temos o éter, que se caracteriza pelo oxigênio entre carbonos; e, em seguida, temos o grupo fenol, que se caracteriza pela hidroxila ligada a um anel aromático.

Por: Laysa Bernardes Marques de Araújo
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28/04/2021

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Cetona

Toda cetona possui em sua cadeia carbônica o grupo carbonila localizado entre dois carbonos. A cetona de maior importância é a propanona ou acetona.
* Definição:

Cetona é todo composto orgânico que possui o grupo carbonila (C = O) em um carbono secundário da cadeia, ou seja, esse grupo sempre vem entre dois carbonos:

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O
||
C — C — C
Grupo funcional das cetonas

* Classificação:

As cetonas podem ser classificadas de acordo com a quantidade de carbonilas. Se há apenas um grupo carbonila na cadeia, trata-se de uma monocetona; se há dois grupos, trata-se de uma dicetona; se são três grupos, trata-se de uma tricetona.

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Se os dois radicais ligados ao carbono da carbonila são iguais, há uma cetona simétrica; mas se são diferentes, há uma cetona assimétrica.

Outra classificação das cetonas é em relação aos tipos de radicais ligados ao grupo carbonila. Veja:

Classificação das cetonas quanto ao tipo de radical ligado ao grupo carbonila

* Fontes e Propriedades:

As cetonas de cadeias menores, com até dez átomos de carbono, apresentam-se no estado líquido e menos densas que a água em condições ambientes. As demais são sólidas.

As cetonas líquidas são parcialmente solúveis em água, e a propanona é totalmente solúvel. Já as cetonas sólidas são insolúveis. A solubilidade das cetonas em água é maior que a dos aldeídos em razão de sua maior polaridade por causa do grupo carbonila, que estabelece ligações de hidrogênio. O grupo carbonila também torna as cetonas muito reativas.

As cetonas menores possuem cheiro agradável e são constituintes de óleos essenciais extraídos de flores e frutos usados na produção de perfumes. Os pontos de fusão e ebulição das cetonas são maiores que os dos aldeídos.

* Aplicações:

As cetonas são muito usadas como maté

Quando a mulher diz: Faz o que você quiser, ela quis dizer: Experimenta fazer pra ver o que te acontece.
30/05/2019

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27/05/2019

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