Textos de Ângelo Alfredo

Textos de Ângelo Alfredo Incondicionalmente, seja a diferença que você precisa!

Feliz Dia da Mulher Moçambicana!— Que seja um dia espetacular como vocês são!Textos de Ângelo Alfredo
07/04/2026

Feliz Dia da Mulher Moçambicana!

— Que seja um dia espetacular como vocês são!

Textos de Ângelo Alfredo

01/01/2026

A virada do ano é a virada de tudo! Vire o insucesso e transforme em sucesso, a preguiça em desafios, a inveja em trabalho, o desemprego em emprego, a infidelidade em fidelidade, e todas as raízes mentais com similaridades negativas em positivas.

01.01.2026
Feliz Ano Novo!

Olá, prezado (a) leitor (a)!Facilitamos a segurança nas suas transações de compra dos nossos livros agora de forma fácil...
12/12/2025

Olá, prezado (a) leitor (a)!

Facilitamos a segurança nas suas transações de compra dos nossos livros agora de forma fácil, rápida e segura através do link abaixo.

Partilhe com os teus amigos e torne o seu dia mais imaginário, feliz e inspirador.

Abraços!

https://app-textos-de-ngelo-alfredo-829093046764.us-west1.run.app/

05/11/2025

[...] existe perfeição na imperfeição, só pode se ver isto se o olhar não for o habitual. Não há certeza de nada até que a incerteza se torne nítida e prove ser a clara evidência de uma jornada completa e bem-sucedida. O amor à primeira vista não existe, mas o real, sem máscaras e fingimentos, se torna uma prova inequívoca que, à vista, o amor é só um sentimento sem nenhum conceito — puro e amargo, podia ser agridoce, mas é inexistente o ingrediente exacto para o definir, por isso ele se torna uma arma mortífera quando só se manifesta em uma única direcção, capaz de tirar e dar a vida — característico a uma mãe, que roga ou deseja — bem ou o mal, ao seu próprio filho, adorável ou pecaminoso. ~ Textos de Ângelo Alfredo , 2024.

PREZADOS SEGUIDORES, AMIGOS E LEITORESRecebi, com muita alegria e entusiasmo, o convite para integrar o GEN — GRUPO DE E...
30/10/2025

PREZADOS SEGUIDORES, AMIGOS E LEITORES

Recebi, com muita alegria e entusiasmo, o convite para integrar o GEN — GRUPO DE ESCRITORES DE NAMPULA, como membro. Este é o primeiro convite de tamanha envergadura que recebo desde as minhas andanças como um escritor apaixonado pelas curvas das letras.

Espero, com todas as forças, poder contribuir de forma significativa. Igualmente, agradeço que sigam este movimento literário que trará muitas narrativas e surpresas.

Abraços!

Ângelo Alfredo



Textos de Ângelo Alfredo

Hoje, li quatro (4) posts fúnebres nesta rede social onde todos davam conta de um desaparecimento físico de um familiar,...
12/10/2025

Hoje, li quatro (4) posts fúnebres nesta rede social onde todos davam conta de um desaparecimento físico de um familiar, irmão, amigo, pai ou outro apelido carinhoso que o malogrado era detentor. Sim, malogrado. Todos os 4 posts falavam de HOMENS.

Fiquei chocado ao saber que o suicídio ainda continua a ser uma alternativa ínfima para dar cabo a vida fugindo de qualquer contestação social, humana, profissional, amorosa, familiar ou qualquer que seja. A vida é muito preciosa para dar cabo nela, assim do nada, mesmo dando sinais inequívocos a quem se tem contacto.

A comunicação, para além de ser uma via dupla para ecoar a mensagem, ela serve também para refutar qualquer sentimento bom ou mau mesmo que em gestos ou encenações movidas pelo desespero. Somos seres sociais porque temos a sorte de, em qualquer comunidade que seja, decifrar o código de quem está do nosso lado.

É importante partilhar a dor a quem se confia ou a um desconhecido mesmo! Dizem por aí que quem não nos conhece — melhor nos aconselha. Procuremos auxílio, experiências das outras pessoas ou mesmo caminhar e ter a cura de qualquer sentimento que nos atormenta. A música, por exemplo, se bem selecionada, pode ser um tremendo remédio para a cura dos pensamentos suicidas que nos ocorrem perante uma aflição.

Não somos fortes todos os dias, mas podemos sobreviver aos nossos pensamentos, julgamentos, rejeições ou qualquer sensação de desespero. Não tire a sua vida, por favor! Há muita gente que depende, se inspira e lhe admira muito. É um desperdício dar cabo ao tesouro que tu tens e que se chama VIDA. Muitos sepultados, estão na escuridão querendo ter a luz que nós temos, nesta terra.

Lembre-se: tudo passa, o seu problema também!

Às vítimas desta manipulação psicológica, desejo um eterno e merecido descanso. Que finalmente usufruam da paz que tanto almejaram!
Abraços!

Ângelo Alfredo

“𝗦𝗘𝗥 𝗠𝗨𝗟𝗛𝗘𝗥𝗘𝗡𝗚𝗢 𝗝𝗔́ 𝗘𝗦𝗧𝗔́ 𝗙𝗢𝗥𝗔 𝗗𝗔 𝗠𝗢𝗗𝗔...”Anastácio estava em viagem de trabalho há três dias. Era suposto regressar a c...
16/06/2025

“𝗦𝗘𝗥 𝗠𝗨𝗟𝗛𝗘𝗥𝗘𝗡𝗚𝗢 𝗝𝗔́ 𝗘𝗦𝗧𝗔́ 𝗙𝗢𝗥𝗔 𝗗𝗔 𝗠𝗢𝗗𝗔...”

Anastácio estava em viagem de trabalho há três dias. Era suposto regressar a casa naquela manhã, mas decidiu prolongar a estadia. Os compromissos profissionais já haviam sido cumpridos, mas ele mentiu à esposa, dizendo-lhe que a viagem duraria uma semana. Tudo porque queria aproveitar os dias restantes ao lado da sua amante — sem pressões, sem reclamações, sem a voz constante da esposa nem o barulho dos filhos.

A meio do percurso, ao volante de um carro alugado, Anastácio ia em direcção ao hotel da amante. Ao seu lado, sentado no banco do passageiro, seguia o seu chefe directo, o Sr. Mateus, homem reservado, de fala pausada, mais velho, que viera do estrangeiro para acompanhar os projectos em Moçambique.

O ambiente no carro era de silêncio confortável até Anastácio receber uma chamada.

— Olá, mulher gostosa e esbelta da minha vida... Mesmo que não acredites, sabes que és a minha esposa, certo? — disse, com um sorriso meio trocista na voz.

O chefe desviou ligeiramente o olhar, fingindo procurar algo na pasta sobre os joelhos. Não era tolo. Sabia bem que aquela conversa não era com a verdadeira esposa.

A voz feminina do outro lado ria, leve, envolvente. A conversa prosseguiu carregada de insinuações e cumplicidade. Anastácio, esquecido da presença ao lado, mergulhava no seu mundo de prazer e egoísmo.

— Estou a chegar, meu bem. Veste aquele teu vestido leve e não ponhas calcinha. Quero chegar e ir directo ao ponto. Amo-te. — disse antes de desligar.

Silêncio. O chefe tossiu discretamente e pousou a mão sobre o puxador da porta, como quem considerava abrir a janela para deixar sair o constrangimento.

Eram nove da manhã.

Trim Trim...

O telemóvel tocou novamente. Anastácio revirou os olhos.

— Quem me está a ligar a esta hora, pá...? — murmurou, irritado.

Olhou para o visor: Joana. A esposa.

Respirou fundo. Atendeu.

— Alô, Joana.
— Amor, como está a correr o trabalho?
— Vai andando... estão a ocupar-me muito por aqui. Nem tempo tenho tido para descansar. E aí em casa, tudo bem?

O chefe virou discretamente a cara para a janela, mas não podia deixar de ouvir.

— Sim, estamos bem. Os teus filhos querem falar contigo. — respondeu Joana.

— Papá, como estás? — disse a voz doce da filha mais nova.

— Oi, filhota. O papá está bem. E vocês, como acordaram hoje?

— Bem... mas temos saudades tuas. Quando voltas?

Anastácio engoliu em seco. O volante escorregou-lhe levemente das mãos suadas. O Sr. Mateus observava agora de esguelha, atento a cada pausa, a cada suspiro.

— Pai?! — insistiu a filha.

— Oi, filha... volto na próxima semana. Que querem que o papá traga?

— Papá, só queremos a ti. Mas podes trazer banana e batata. Aqui em casa acabou.

— Está bem, filha. O papá trará. Amo-te muito. Beijinhos.

Desligou.

Um silêncio denso caiu dentro do carro. Anastácio fixou o olhar na estrada, mas não via nada. O coração pesava-lhe no peito como um bloco de cimento.

— Filhos...? — disse o chefe, finalmente, com voz neutra.

— Sim... dois — respondeu Anastácio, com voz embargada.

— E uma esposa que espera por si... — acrescentou o Sr. Mateus, num tom calmo mas firme.

Anastácio não respondeu. O volante apertava-se entre as mãos. Sentia-se observado. Sentia-se julgado. E, sobretudo, sentia-se culpado.

O entusiasmo por ver a amante esfumara-se. A imagem daquela mulher, segundos antes desejada, agora parecia-lhe ridícula. Vazia. Fria.

Quem sou eu...?
Que homem é este que soube mentir à esposa... e falar com doçura à filha, enquanto conduzia ao lado do chefe, a caminho da amante?

Fechou os olhos por um instante.

— Que b***o eu sou... — murmurou, quase sem se ouvir.

A estrada seguia em frente. Mas dentro de Anastácio, tudo se despedaçava.

©Textos de Ângelo Alfredo, 2025™

18/05/2025

Finalmente estamos de volta!

27/03/2025

Olá, seguidores! Tudo bem por aqui? Ainda vivo, felizmente.

14/02/2025

Um brinde ao amor: honesto, verdadeiro, paciente e sincero! Feliz São Valentim.

03/02/2025

Decisão: escrever um livro completo da Crônica do Manifestante!

Endereço

Nampula

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 21:30
Terça-feira 08:00 - 21:30
Quarta-feira 08:00 - 21:30
Quinta-feira 08:00 - 21:30
Sexta-feira 08:00 - 21:30
Sábado 08:00 - 19:00
Domingo 08:00 - 19:00

Telefone

+258842102195

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Textos de Ângelo Alfredo publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Textos de Ângelo Alfredo:

Compartilhar