Estar face a face com Deus/Rumo a Salvaco

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26/05/2015

Quando buscamos no Senhor a restauração para a nossa vida, precisamos nos concentrar na essência do que Deus irá fazer, e não na aparência exterior desse trabalho. Os israelitas perderam a percepção de que estavam agindo pela vontade de Deus e se entristeceram pelos resultados visíveis não serem tão elegantes. Se esqueceram que suas motivações haviam sido curadas e que o seu esforço estava sendo visto pelo Criador. Tudo o que viam diante de si era um santuário que, comparado com o primeiro, deixava muito a desejar.
Como Deus é tremendo, e como sua visão difere da nossa! Os israelitas lamentavam a simplicidade do segundo templo, mas Deus se mostrava satisfeito com aquela realização. A grandiosidade do santuário não se daria por sua beleza exterior, mas pela glória que se manifestaria dentro dele. Deus não estava preocupado com as riquezas exteriores do templo, pois Ele não precisa de ouro e prata, pois todos os tesouros do mundo são dEle (vv.8). Mas o templo precisaria estar concluído para que o Desejado das nações entrasse nEle (vv.7).

26/05/2015

Quem busca restaurar a paixão pela glória de Deus não está ocupado com beleza, reconhecimento ou aparência. Não andamos por vista, andamos por fé. Israel queria um templo bonito, mas o Senhor queria um templo cheio de glória! A nossa vocação cristã não está firmada em coisas exteriores, mas no contato com a glória de Deus que ocorre no homem interior. Israel queria adornar o templo por fora, o Senhor queria que as riquezas das nações estivessem dentro do templo (vv.7-9). Deus não quer que sejamos belos por fora, Ele quer colocar o seu tesouro dentro de nós (a pessoa de Cristo e o seu caráter, expresso pelo fruto do Espírito). A glória não se manifestará em pessoas bonitas por fora, mas em gente que tem o tesouro (que é Cristo) dentro de si!

12/05/2015

Grande parte da vida do rei Davi foi dedicada a guerras:
ora para conquistar, ora para defender. Consequentemente, poucas pessoas como o rei conheciam a importância e as consequências da paz. Por isso, Davi escreveu: “Considere o íntegro, observe o justo; há futuro para o homem de paz”
(Salmo 37:37).

A história da humanidade é a história de guerras. Desde a infância, a natureza humana decidiu que o outro é um adversário e que deve derrotá-lo, para viver em paz. A história tem sido assim, porque, entregues a nós mesmos, só nos alimentamos do orgulho, da inveja, da vaidade, da maldade, do medo. Em outras palavras, o que tem motivado a natureza humana são as atitudes completamente contrárias aos ensinos da Bíblia que, basicamente, nos apontam para a mensagem do Cristo.

Já no final do Seu ministério terrestre, Jesus afirmou: “Deixo-lhes a paz; a Minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se turbe o seu coração, nem tenham medo” (João 14:27). É importante este texto porque, quando Jesus convidou Seus discípulos e apóstolos, garantiu-lhes a guerra do mundo contra eles. Como conclusão, porém, declarou: “Eu lhes disse estas coisas para que, em Mim, vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições – contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo” (João 16:33). Se Davi tivesse vivido no primeiro século de nossa era, seu salmo seria: “Há futuro e há paz para aquele que tem comunhão com Cristo” .

05/05/2015

Ao começar o Seu Sermão do Monte, Jesus introduz conceitos muito estranhos à ética dominante em Seu tempo. Um deles afirma: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos” (Mateus 5:6).

Vivemos em um mundo de injustiças, exatamente igual ao mundo em que Jesus viveu. Ele sabia disso. O Mestre viveu na própria carne as injustiças dos ricos e poderosos. Portanto, não deve ter sido por acaso que Ele deu importância aos pobres, aos oprimidos, aos discriminados. A grande crítica de Jesus à injustiça deste mundo tem sido o demonstrar amor e fazer a recuperação das pessoas que, sem nenhum merecimento, aceitam submeter-se ao senhorio do Pai e do Filho.

Muitos de nós, discípulos de Jesus, revoltamo-nos contra as injustiças que sofremos. As que mais nos machucam têm a ver com a prosperidade dos ímpios, que não levam a sério uma vida com Cristo. Afinal de contas, por que os bons crentes não podem ser agraciados com bens materiais? Quando fazemos esta pergunta à Bíblia encontramos várias explicações razoáveis. Até agora, entretanto, nunca tivemos uma resposta unanimemente aceita. O que quase sempre descobrimos é que, quando um cristão consegue vivenciar as implicações práticas do amor de Deus, a partir de então sua fome e sede de justiça começa a ser plenamente satisfeita. E ele se sente bem-aventurado.

24/11/2014

Ninguém faz cadeados, sem chaves. Do mesmo modo, Deus não te dá problemas, sem soluções.

14/10/2014

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