Dr. Getulio Amaral

Dr. Getulio Amaral Médico e Escritor unindo ciência e fé no cuidado integral do corpo, alma e espírito. Acompanhe minhas publicações diárias.

Conheça meus livros publicados nos links abaixo. A pagina Center Livros destina-se a promover a missão da Center Livros Editora e Distribuidora Ltda; que visa possibilitar o contato de novos escritores com o público em geral. Getúlio Amaral abre a série de publicações do Projeto que em breve devera estender-se a outros autores. O acesso ao site da Center Livros possibilita o contato com todas as o

bras e com diversos outros aspectos que envolvem este Projeto: Mais Saúde; Vídeos; Crônicas; Turismo Alternativo; etc...
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Durante aproximadamente quinze dias, meu corpo esteve entregue aos aparelhos. Respiradores, monitores, medicamentos. Mas...
26/07/2026

Durante aproximadamente quinze dias, meu corpo esteve entregue aos aparelhos. Respiradores, monitores, medicamentos. Mas, enquanto os médicos lutavam no plano visível, eu enfrentava uma guerra que nenhum olho humano podia enxergar.

Fui levado a um campo de batalha espiritual. De um lado, um estranho e arrepiante personagem sussurrava: "Desiste. Já chega. Entrega os pontos." Em cinco ocasiões estive desenganado. A oxigenação era crítica. O corpo já não respondia.

Mas havia luz. E eu repetia dentro de mim: "Só vou se for com Jesus. Nenhuma outra forma."

Foi então que Ele veio. No momento mais escuro, Jesus estendeu a mão para mim. Maria, sua mãe, estava ao lado. Não vieram para me levar. Vieram para me segurar aqui. Olharam nos meus olhos e disseram: "Aguenta. Você vai passar por isso. Ainda não é a sua hora."

Não era sonho nem delírio. Era tão real quanto os aparelhos que eu ouvia ao fundo.
Mesmo em coma, eu sentia a corrente de oração da minha família atravessando o véu entre os mundos e chegando até mim.

Se você já ouviu aquela voz que diz "desiste" e, de algum lugar, veio uma força que te fez continuar, então você sabe do que estou falando.

Esse momento está em "COVID-19: O Milagre da Vida". Convido você a conhecer meu livro, disponível na Amazon. Clique no link da BIO e adquira o seu exemplar. Quando você descobrir o que te espera nessas páginas, volte aqui e me conta.
Você já sentiu que algo maior te segurou quando tudo dentro de você queria desistir? Me conta nos comentários.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

Há muitos anos, observo isso na medicina. Encontro pessoas com vigor impressionante, capazes de conquistar montanhas de ...
26/07/2026

Há muitos anos, observo isso na medicina. Encontro pessoas com vigor impressionante, capazes de conquistar montanhas de sucesso, mas que desmoronam diante de uma contrariedade, de uma crítica. Seus alicerces não foram construídos.

Por outro lado, encontro almas que, mesmo com limitações físicas, seguem firmes, degrau por degrau, porque aprenderam a respeitar suas emoções e colocar a inteligência caminhando ao lado delas.

Autocontrole não é ser máquina fria. Também não é reprimir sentimentos até adoecer. É encontrar esse caminho do meio, essa dualidade equilibrada, em que a inteligência respeita às emoções, e as emoções deixam de escravizar a inteligência.

É respirar antes de reagir. É ouvir cem vezes, pensar dez vezes e falar uma. É recusar a escravidão dos impulsos que nos levam a dizer ou fazer aquilo de que depois nos arrependemos.

Portanto, acredito que o verdadeiro poder não está em vencer os outros, mas em aprender a não ser inimigo de si mesmo. Inteligência e emoções podem e devem caminhar juntas.

Humildade é igual autocontrole, autocontrole é igual respeito por nós mesmos. E o respeito por nós mesmos nos leva sempre de encontro à paz interior, à verdadeira liberdade.

Quando você finalmente compreende que o carcereiro é você mesmo, você também descobre que a chave está em suas mãos.

Cada pequena vitória sobre si mesmo é um tijolo a mais na construção da sua paz interior. Cada degrau superado é um passo em direção ao topo.

Seja humilde e desfrute da paz interior que só vem quando você finalmente se liberta de si mesmo.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

A ciência me deu linguagem para compreender o corpo: exames, diagnósticos, tratamentos, limites fisiológicos. Graças a e...
25/07/2026

A ciência me deu linguagem para compreender o corpo: exames, diagnósticos, tratamentos, limites fisiológicos. Graças a ela, pude ajudar muitos pacientes a atravessar momentos críticos.

Mas, em paralelo, vi algo que nenhum aparelho consegue medir: a força que a fé simples gera nos corações, a serenidade de quem confia em Deus mesmo quando o prognóstico é reservado, a paz que visita algumas almas em plena tempestade.

Na UTI, muitas vezes, a razão e o mistério caminharam lado a lado. E fui entendendo que a cura integral não se resume a controlar exames, mas a ajudar o ser humano a reencontrar paz consigo mesmo, com os outros e com Deus.

Para mim, ciência e fé não são exércitos rivais; gosto de pensar que ciência e fé, quando caminham juntas, se tornam duas asas para o mesmo voo. Com uma só asa, giramos em torno de nós mesmos. Com as duas, ganhamos altura para enxergar a vida, a doença, a cura e até a morte sob uma perspectiva mais ampla e serena.

Se essa reflexão conversou com a sua experiência, salve esta mensagem, compartilhe com alguém que vive esse aparente conflito e clique no link da bio para conhecer minhas obras nas quais aprofundo essa visão integrada entre ciência, fé e paz interior.

Forte abraço,
Getúlio Amaral.

cienciaefe

Há um tipo de esgotamento que não se cura com uma boa noite de descanso. Quem já experimentou sabe: acordamos e o corpo ...
21/07/2026

Há um tipo de esgotamento que não se cura com uma boa noite de descanso. Quem já experimentou sabe: acordamos e o corpo pesa mais do que deveria. Não há febre, não há dor localizada. A vitalidade se foi, e o dia já começa precisando de uma pausa.

Esse cansaço não é do corpo. É da alma. Um dos sinais mais ignorados do nosso tempo. As obrigações se acumulam, as preocupações se repetem. E seguimos, mesmo sem forças, porque parar parece um luxo.

Muitas vezes, olhamos no espelho e não reconhecemos quem está ali. A pergunta que ecoa é: para onde foi minha força?

A resposta, aprendi observando tantas pessoas, é que essa força nunca foi embora. Está aí, dentro de cada uma, adormecida. Não precisa ser criada. Precisa ser lembrada, despertada. Como uma nascente que, soterrada por camadas de terra, ainda pulsa, esperando que alguém retire o que a cobre.

Se você se senti assim, saiba: não há nada de errado com você. O que existe é uma energia vital que precisa de espaço para voltar à superfície. Esse espaço se chama pausa interior, recolhimento. Aquietar o espírito não por fraqueza, mas por sabedoria.

Escrevi "A Construção da Paz Interior" pensando nessa força que muitas vezes não enxergamos em nós mesmos. Convido você a conhecer meu livro, disponível na Amazon. Clique no link da BIO e adquira o seu exemplar. Ficarei esperando seu relato. Volte aqui e me conte como foi essa experiência.

Você já sentiu um cansaço que o corpo não explica e o sono não resolve? Me conta nos comentários.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

Muitas vezes, os grilhões não estão do lado de fora, mas escondidos em medos antigos, culpas, mágoas e crenças que já nã...
18/07/2026

Muitas vezes, os grilhões não estão do lado de fora, mas escondidos em medos antigos, culpas, mágoas e crenças que já não nos servem mais.

Ser livre é ter coragem de olhar para essa bagagem silenciosa e decidir, com humildade, o que ainda faz sentido carregar e o que precisa ser deixado pelo caminho, para que a alma volte a respirar em paz.

Porque, acredite, quando você finalmente solta o que não serve, você descobre que a verdadeira liberdade estava esperando por você aqui dentro.

Seja humilde e desfrute da paz interior.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

Você já acordou e sentiu que tudo ao redor estava cinza? Não porque algo estava errado, mas porque nada mais tinha cor?A...
14/07/2026

Você já acordou e sentiu que tudo ao redor estava cinza? Não porque algo estava errado, mas porque nada mais tinha cor?

Ao longo de décadas na medicina, atendi muitas pessoas com essa queixa silenciosa. Não era dor. Era a sensação de que o mundo havia perdido o brilho, mesmo com tudo parecendo no lugar. Uma senhora me ligou depois de ler um dos meus livros: "Doutor, eu tinha tudo e me sentia vazia."

Tom, em "O Pântano", é o retrato desse paradoxo. Sabia vender, sabia vencer. Mas havia uma porta dentro dele que ele mesmo trancou.

Muitas pessoas construíram castelos de conquistas e vitórias. Mas, em algum momento, perceberam-se presas dentro deles. A fortaleza que deveria proteger virou prisão.

O bloqueio de Tom não era falta de capacidade. Era a desconexão com a própria essência. O silêncio que ele escolheu como escudo virou muralha. E a saída não estava nos muros, estava dentro dele.

Foi pensando nesse vazio que escrevi "O Pântano de Tom". Se você também sente que está presa em correntes invisíveis, convido você a conhecer meu livro, disponível na Amazon. Clique no link da BIO e adquira o seu exemplar. Depois volte aqui e me conte como ele te ajudou a encontrar a saída.

Você já sentiu que a vida perdeu o brilho, mesmo com tudo dando certo? Me conta nos comentários.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

Em minha vivência, observo algo que a maioria não quer admitir: buscamos vigor físico, performance, sucesso. Mas a verda...
11/07/2026

Em minha vivência, observo algo que a maioria não quer admitir: buscamos vigor físico, performance, sucesso. Mas a verdadeira força não está apenas nos músculos. Está na capacidade de governar o próprio mundo interior.

Assim é o meu entender: encontro pessoas com vigor impressionante, capazes de conquistar montanhas, que desmoronam diante de uma contrariedade. Seus alicerces não foram construídos.

Por outro lado, encontro almas que, mesmo com limitações, seguem firmes, degrau por degrau, porque aprenderam a respeitar suas emoções e colocar a inteligência caminhando ao lado delas.

Autocontrole não é ser máquina fria. Não é reprimir sentimentos até adoecer. É encontrar esse caminho do meio: a inteligência respeitando as emoções, e as emoções deixando de escravizar a inteligência. É respirar antes de reagir. É ouvir cem vezes, pensar dez vezes e falar uma.

A vida nos apresenta montanhas que parecem intransponíveis. Mas quando aprendemos a subir tijolinho sobre tijolinho, descobrimos que não existem montanhas impossíveis, e sim passos que ainda não tivemos coragem de dar.

O vigor físico passa, a juventude passa, as conquistas materiais passam. A paz interior permanece como um solo sagrado dentro de nós. É ela que nos sustenta nas tempestades inevitáveis da vida.

Você já foi vítima dos próprios impulsos? Ou conseguiu exercer autocontrole com humildade? Cada pequena vitória sobre si mesmo é um tijolo a mais na construção da sua paz interior.

Seja humilde e desfrute da paz interior.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

Tenho refletido muito sobre isso ultimamente. Considero que um dos maiores desafios do ser humano é reconhecer que não p...
07/07/2026

Tenho refletido muito sobre isso ultimamente. Considero que um dos maiores desafios do ser humano é reconhecer que não possui a palavra definitiva sobre coisa alguma.

Criamos conforto intelectual, buscamos ecos que confirmem nossas opiniões. No entanto, a vida sempre mostra que o horizonte é mais vasto que a moldura da nossa janela.

Nunca me esqueço de uma conversa com uma paciente já avançada em idade. Ela me disse, com um sorriso que misturava humor e sabedoria: "Doutor, passei a vida inteira achando que tinha razão sobre tudo. Hoje tenho certeza de que estava errada sobre a maior parte das coisas, e isso me trouxe uma paz que eu nunca imaginei."

Essa frase ficou comigo. Me fez pensar na energia que gastamos defendendo posições, sem perceber que o que ontem parecia absoluto, amanhã pode ser apenas mais uma estação temporária da jornada. Construímos muros ao redor das nossas opiniões, confundimos convicção com orgulho.

O que quero dizer é que questionar as próprias convicções não significa abandonar os princípios, não significa abandonar valores. Significa permitir que a compreensão se alargue, que a fé amadureça, que o olhar alcance pontos que antes ficavam na penumbra. Uma casa bem construída não treme só porque abrimos uma janela nova.

Em algum momento, é provável que você já tenha notado que algumas verdades perderam peso. Não se trata de erro. Trata-se de amadurecimento. Certezas precisam ceder para que o novo brote.

Foi pensando nessa expansão que escrevi "As Confidências de um Anjo". Se você sente que está pronta para ir além das certezas que estreitam a visão, convido você a conhecer meu livro, disponível na Amazon.

Clique no link da BIO e adquira o seu exemplar. Depois que mergulhar na leitura, volte aqui e me conte o que mais te marcou.

Que verdade você já precisou questionar para continuar crescendo? Me conta nos comentários.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

Perdoar não é fingir que nada aconteceu. Não é isso. Perdoar é se libertar de uma prisão que, muitas vezes, só você enxe...
04/07/2026

Perdoar não é fingir que nada aconteceu. Não é isso. Perdoar é se libertar de uma prisão que, muitas vezes, só você enxerga por dentro.

É como se você estivesse carregando uma mala pesada, cheia de mágoas antigas, de ressentimentos que já não fazem mais sentido, mas que você insiste em carregar de um lado para o outro.

Ao longo de minha trajetória profissional, vi muitas pessoas adoecerem - e quando digo adoecerem, falo de uma doença que vai muito além do corpo físico. Vi almas adoecidas, espíritos feridos, pessoas que carregavam mágoas como se fossem uma sentença perpétua.

O ressentimento, num primeiro momento, parece uma forma de "justiça". Mas, na prática, ele apenas nos mantém acorrentados ao passado, presos a um momento que já se foi, que já não existe mais.

Quem perdoa não esquece - aprende. E esse aprendizado traz uma sabedoria serena que nenhum livro consegue transmitir completamente.

Se essa reflexão tocou alguma ferida que você ainda não conseguiu cicatrizar, talvez seja o momento de parar e perguntar a si mesmo: "O que ainda me prende aqui? Qual é o peso que eu continuo carregando que já não me serve mais?"

Acredite: o perdão é sempre possível. Não é fácil, mas é possível. E quando você consegue perdoar, você descobre que a verdadeira vitória não está em vencer o outro, mas em aprender a não ser inimigo de si mesmo.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

É curioso como passamos boa parte da vida com os olhos fixos no horizonte. Sempre há uma meta adiante, um lugar onde acr...
30/06/2026

É curioso como passamos boa parte da vida com os olhos fixos no horizonte. Sempre há uma meta adiante, um lugar onde acreditamos que a felicidade nos espera. E vamos indo, até que um dia o cansaço chega antes da realização.

Acredito que esse seja um dos grandes equívocos do nosso tempo. Colocamos a alegria num ponto de chegada distante, como se fosse um prêmio a ser desbloqueado. Mas quando chegamos lá, já estamos exaustos demais para desfrutar.

É preciso que nos perguntemos: e se a felicidade não estiver na próxima estação, mas na paisagem que já estamos atravessando?

E se as verdadeiras riquezas estiverem bem aqui, esperando que paremos para notar?

Penso nas pequenas fortunas que a correria nos impede de enxergar. O afeto nos gestos simples do dia a dia. A presença de quem amamos. O café que aquece as mãos numa manhã fria. O amanhecer que quase não notamos mais. São as fortunas silenciosas que o dinheiro não compra.

Se você já experimentou a sensação de que falta algo mesmo tendo tanto, talvez o que falte não seja acrescentar coisa alguma. Talvez seja aprender a enxergar melhor o que já é seu.

Foi pensando nisso que escrevi "As Confidências de um Anjo". Um convite para desacelerar e redescobrir o que realmente importa.

Se você sente que está na hora de valorizar o que já é seu, convido você a conhecer meu livro, disponível na Amazon. Clique no link da BIO e adquira o seu exemplar. Depois de ler, me conta qual foi o maior ensinamento que você levou dessa leitura.
Que riqueza simples você deixou de enxergar hoje por estar olhando longe demais? Me conta nos comentários.

Forte abraço,
Getúlio Amaral

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