08/04/2021
A Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, por meio do Grupo de Trabalho de Gênero, Sexualidade, Diversidade e Direitos, orienta sobre o tratamento ideal direcionado à população LGBTQ+ a partir de atendimento de profissionais da área da saúde.
Ana Paula ressalta que a população LGBTQ+ sofre preconceitos específicos e em intensidades variadas. Algumas violências são frequentes mesmo dentro dos serviços de saúde, como negação de direitos, omissão de cuidados, estigmatizações e constrangimentos, além de diversas formas de violências verbais, morais, institucionais e até físicas. “É muito comum profissionais de saúde deslegitimarem a identidade das pessoas LGBTQ+, inclusive recomendando que reconsiderem a forma como se reconhecem”, explica.
“Outro tópico importante a ser lembrado é que não existe mudança de gênero, mas a pessoa pode sentir necessidade de realizar uma transição social para o gênero com o qual ela se identifica. A formação em gênero e sexualidade dentro das universidades ainda é escassa e a maioria dos profissionais se forma sem saber como atender às necessidades de saúde da população LGBTQ+. Um passo importante de uma política pública seria tornar recomendável ou até obrigatório este conteúdo dentro dos cursos de saúde”, informa Ana Paula.
Fonte: https://www.sbmfc.org.br/noticias/o-tratamento-ideal-da-populacao-lgbt-na-area-da-saude/
Contém parte 2 ❤️
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